Conheça dicas sobre storytelling a partir do caso da inclusão digital para ampliar sua performance empresarial

Felipe Gruetzmacher
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Pense em como seria a vida de uma pessoa com deficiência sem a inclusão digital e sem recursos de acessibilidade digital nos ambientes online.

Quais desafios a diversidade enfrentaria para participar da economia, fazer compras, vender e se comunicar? Nesse cenário, pessoas programadoras, profissionais do marketing, designers e demais especialistas jamais se preocupariam com a acessibilidade.

Assim, o público com deficiência estaria sempre dependendo de outras pessoas para acessar a internet e conteúdos virtuais, o que impactaria severamente o cotidiano, a autonomia e a participação social desses indivíduos.

Perceba como essas poucas linhas instigam você a refletir sobre os dilemas desencadeados pela exclusão digital. Essa é a magia do storytelling: estimular a visualização de problemas reais, despertando empatia e prendendo a atenção da audiência. 

Narrativas bem construídas não apenas emocionam — elas orientam decisões estratégicas. Dessa forma, o artigo vai explorar os seguintes pontos sobre o tema:

  • Por que se importar com a inclusão digital?

  • Qual é a estrutura de um storytelling para ativar mensagens poderosas?

  • Como usar o storytelling no seu negócio?

  • O que a inovação acessível pode fazer pelo seu mercado e empresa?

Abaixo, o assunto será melhor detalhado com aprofundamento técnico e direcionamento estratégico. É uma boa oportunidade para seu empreendimento gerar maior engajamento e chamar a atenção do mercado. Surpreenda seu público com uma narrativa de alto impacto e uma experiência digital sem barreiras. Confira o texto a seguir.

Neste Artigo:

Por que se importar com a inclusão digital?

A experiência digital inclusiva não diz respeito apenas a uma audiência específica. Sem recursos acessíveis, softwares, sites, blogs e aplicativos acabam sendo desenvolvidos sem critérios técnicos fundamentais, o que empobrece a qualidade desses produtos e compromete a experiência da pessoa usuária.

Afinal, fluxos digitais mais acessíveis e inclusivos garantem uma navegação mais fácil e simples. A oferta de um uso sem fricção pode ser traduzida em lucro para as empresas.

Portanto, o que ainda falta para que os ecossistemas de inovação adotem, de forma consistente, uma navegação sem obstáculos em produtos digitais? As barreiras iniciais são, sobretudo, emocionais, culturais e organizacionais, já que toda a empresa precisa “comprar” a ideia de que a inclusão no universo online contribui para um mundo melhor.

Esse desafio toca diretamente o coração dos empreendedores e funciona como um chamamento para a ação. Todos os times empreendedores podem ser agentes da transformação social, pois o acesso é uma questão imprescindível para a qualidade de vida.

Assim, o blog da Perto convida você a refletir sobre o papel da sua empresa na promoção de tecnologias assistivas.  

Esses parágrafos iniciais ilustram como a estrutura do storytelling pode reforçar a importância da inclusão. Nas próximas linhas, esse modelo narrativo será detalhado de forma mais clara e aplicada ao contexto do conteúdo.

Qual é a estrutura de um storytelling para ativar mensagens poderosas?

Uma narrativa que cativa e encanta passa por etapas bem específicas e delimitadas. O livro “Storytelling - aprenda a contar histórias com Steve Jobs, Papa Francisco, Churchill e outras lendas da liderança” fornece estratégias nesse sentido.

 O livro não cita especificamente o tema da web inclusiva, somente a estrutura do storytelling. Então, o propósito deste subtítulo é mergulhar na explicação das partes de uma boa história, de acordo com a literatura.

A obra, escrita por Carmine Gallo, cita as técnicas de narração usadas por Peter Guber, CEO da Mandalay Entertainment. Uma história atraente e envolvente é constituída por três bases principais:

  • Apresentação de um desafio inesperado para obter a atenção da audiência;

  • O ponto de virada em que as dificuldades são superadas. É o momento para tocar o coração do público;

  • Fechamento da narrativa com um chamado para a ação.

Perceba que a introdução deste nosso texto tratou de apresentar a primeira etapa: estimular as pessoas a pensar num mundo sem inclusão digital. O segundo subtítulo engloba as duas outras partes. No próximo item, a Perto fornece exemplos de aplicação para o seu negócio.

Como usar o storytelling no seu negócio?

Na parte introdutória do texto blog, você imaginou um mundo em que não existia a inclusão digital. É o desafio apresentado para a audiência. Essas linhas servem como um chamado para você se importar e se conectar com a importância de uma jornada digital sem obstáculos.

Na sequência, o texto apresentou os obstáculos que ainda impedem a adoção plena da inclusão digital no mundo. Em seguida, os empreendedores foram “chamados” a se importar com esse tema, considerando que esse tipo de inovação gera ganhos relevantes para a sociedade como um todo.

Perceba como os três passos estavam presentes de modo bastante sutil nas primeiras partes do artigo.

Apesar do exemplo do texto focar mais em sites adaptados, essa estrutura pode ser aplicada em muitos outros contextos. Sua empresa pode usar a magia da narrativa para apresentar:

  • Conteúdo e redes sociais: criar posts que abordem dores reais do cliente e conectem soluções de forma emocional;

  • O Propósito da marca: citar o impacto da sua solução no mundo e gerar identificação com o público;

  • Proposta de valor: ativar emoções ao destacar ganhos e benefícios concretos;

  • Prova social: estruturar depoimentos de clientes com início, desafio e resultado.

Bem, esses foram alguns exemplos de como sua equipe pode utilizar as palavras estratégicas e narrativas específicas. Todo esse esforço tem como finalidade atingir o coração e a mente do público.

O que a inovação acessível pode fazer pelo seu mercado e empresa?

Que tal recriar o modo como usamos a internet e adotar a inclusão digital em todos os ecossistemas de inovação? Conforme já dito, as barreiras iniciais são emocionais, culturais e organizacionais.

Os times empreendedores de todo o globo devem acreditar no potencial do acesso em transformar a vida das pessoas com deficiência. 

A vontade de participar desse impacto compartilhado deve estimular poderosas respostas emocionais. Esse engajamento das empresas nas causas inclusivas tem muitos efeitos benéficos.

Até mesmo pessoas usuárias sem deficiência poderão usufruir de uma internet com uma navegabilidade mais simples e intuitiva. Um bom exemplo ocorre quando o botão de compra de um site apresenta baixo contraste ou utiliza exclusivamente a cor como indicador, o que pode dificultar a percepção por parte de pessoas com daltonismo.

Além de afastar pessoas com daltonismo, esse aspecto pode atrapalhar e fazer com que seu site seja pouco intuitivo. Isso pode significar perdas econômicas para sua organização.

Logo, a tecnologia promotora da inclusão digital pode ser sinônimo de performance econômica e impacto positivo.

Leia também: Acessibilidade Digital na Prática: Dicas e Inspirações da Perto Digital e Turma do Jiló.

Resumo: por que se envolver com a causa da acessibilidade digital?

Nas perguntas e respostas abaixo, a Perto apresenta uma rápida síntese dos conceitos trabalhados no texto.

Como o storytelling foi aplicado para despertar o interesse sobre a inclusão digital?

A narrativa foi usada para despertar empatia, conscientizar sobre obstáculos digitais e engajar pessoas em soluções acessíveis.

Por que a inclusão digital é importante para todas as pessoas?

Porque melhora a qualidade dos produtos digitais, facilita a navegação e gera benefícios sociais e econômicos.

O que acontece em um mundo sem inclusão digital?

Pessoas com deficiência enfrentam dependência, exclusão do consumo, da comunicação e da participação econômica.

Qual é a estrutura básica de um bom storytelling?

Apresentação de um desafio, superação do problema com apelo emocional e um chamado para a ação.

Como o storytelling pode ser usado nos negócios?

Para criar conteúdos, apresentar propósito, ativar emoções, fortalecer vendas e gerar prova social.

Qual é o papel das empresas na inclusão digital?

Assumir a responsabilidade de criar experiências digitais personalizadas e atuar como agentes de transformação social.

A inovação acessível gera retorno financeiro?

Sim. Produtos mais acessíveis são mais intuitivos, reduzem fricções e aumentam o número de conversões e engajamento.

Quem se beneficia da inclusão digital além das pessoas com deficiência?

Todas as pessoas usuárias. Elas passam a ter uma experiência digital mais simples, clara e direta.

Conclusão:

O propósito deste artigo foi apresentar possibilidades de usar a estrutura do storytelling. Além do mais, o texto enfatizou a importância da internet acessível para efetivar melhores resultados para a sua organização. 

Diante desse contexto, a oferta da startup Perto Digital veio para transformar realidades empreendedoras. O ecossistema da Perto Digital, líder em soluções de acessibilidade, reúne tecnologias integradas que transformam a inclusão em performance, conformidade e vantagem competitiva.

Com essa tecnologia, o modelo de negócio pode alcançar melhor performance ao personalizar ao máximo a interação digital. Mais do que desempenho econômico, trata-se de ganhos concretos em qualidade de vida, avanço cidadão e impacto social para todo o mercado.

Converse com os especialistas e time de vendas da Perto para conhecer os diferenciais e ativar maior desempenho.

Felipe Gruetzmacher

Felipe Emilio Gruetzmacher é um homem autista que atua como redator da Perto Digital, diretor de produção textual da diverSCInnova, copywriter da Editora Simulacro e blogueiro do site da ANAGEA (Associação Nacional dos Gestores Nacionais). Acredita no potencial da tecnologia em transformar a experiência digital e promover a inclusão das pessoas com deficiência.
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