O que as limitações de acessibilidade do setor público ensinam para empresas que inovam?

Felipe Gruetzmacher
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Os desafios enfrentados pelas pessoas com deficiência para acessar serviços digitais demonstram que não há cidadania plena sem web acessível. Da mesma forma, não há satisfação do cliente sem acesso a sites empresariais inclusivos. 

Em ambos os casos, a tecnologia assistiva colabora para uma experiência independente. Assim, a Perto Digital fará uma rigorosa análise do artigo “Serviços digitais do setor público apresentam limitações severas de acessibilidade” do Tribunal de Contas da União (TCU). O objetivo é detalhar mais sobre a pergunta apresentada no título a partir dos subtítulos:

  • Panorama do TCU sobre acessibilidade digital

  • O que empresas podem aprender com o setor público

O crescimento empreendedor só acontece quando times identificam pontos a melhorar em segmentos diferentes para otimizar a própria performance. Siga lendo o texto da Perto para maiores informações.

Neste Artigo:

Panorama do TCU sobre acessibilidade digital

Em termos muito resumidos, a notícia oferece um panorama geral sobre a avaliação do TCU em 288 organizações federais. Esta fiscalização identificou falhas que barram o acesso das pessoas com deficiência a soluções online e portais.

Os tópicos abaixo aprofundam a dimensão do problema:

  • Os resultados do TCU mostram que 88% dos órgãos federais tiveram nota abaixo de 5, mais da metade (52%) obteve nota abaixo de 3. Isso tudo numa escala de 0 a 10;


  • Somente 31% estão em conformidade com as diretrizes internacionais de acessibilidade digital (WCAG);

  • As organizações que adotaram versões mais recentes da WCAG ou do Modelo de Acessibilidade de Governo Eletrônico (eMAG) atenderam melhor aos critérios de avaliação;

  • Os portais hospedados na plataforma Gov.br apresentaram melhores resultados técnicos. Isso demonstra que os recursos oferecidos e a padronização ampliam a acessibilidade digital;

  • Foram analisadas três tipos de soluções oferecidas para o público cidadão, como 253 serviços públicos digitais, 98 aplicativos e 283 portais web (sites);

  • Dessa forma, a fiscalização, analisada na sessão plenária de 10 de setembro de 2024, revela falhas que comprometem a navegação plena;

  • Foram considerados aspectos como capacitação, governança, atendimento, cultura organizacional, transparência e critérios técnicos.

Bem, este foi o resumo da notícia. A conexão entre o panorama aqui descrito e organizações privadas demonstraram o potencial de negócios usuários de tecnologia assistiva.  No item abaixo, a Perto Digital explora como isso se encaixa enquanto aprendizado para a liderança empresarial.

O que empresas podem aprender com o setor público

Uma jornada digital sem barreiras simplifica a rotina de todas as pessoas, com e sem deficiência. Sites, sistemas, serviços online e aplicativos móveis devem propiciar uma navegação de maneira autônoma.

Até porque a acessibilidade digital é uma obrigatoriedade prevista na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015). Já o eMAG demanda a inclusão de soluções acessíveis em sites governamentais. O eMAG serve como exemplo de boas práticas para a área empresarial.

A WCAG, no contexto internacional, define padrões técnicos a serem assimilados. Assim, há forte pressão legal para adotar recursos digitais inclusivos. Essa adoção de interfaces acessíveis colabora para a ampliação da cidadania.

De um jeito semelhante, a oferta de produtos digitais acolhedores na iniciativa privada é uma questão estratégica. Pois é uma maneira de:

  • Cumprir legislação e evitar problemas com a justiça;

  • Ampliar o alcance de pessoas usuárias, o que pode gerar engajamento e conversão;

  • Construir autoridade e credibilidade. Um SEO orgânico otimizado pode conquistar mais clientes. Esse fator ranqueia seu site nos primeiros lugares do Google.

A Perto Digital, ecossistema referência em inclusão web, oferece um conjunto de soluções para ampliar o acesso do seu site. A tecnologia Perto acelera o impacto social por meio de uma inteligência artificial a serviço das jornadas acessíveis.

Resumo: o que esse texto traz de novidade sobre internet inclusiva?

A Perto Digital vai além de oferecer uma sofisticação técnica para o seu negócio. Todos os conteúdos do blog Perto servem para nutrir a audiência e gerar conhecimento. Por isso, abaixo, você encontra uma retomada dos principais pontos do artigo:

O que o TCU avaliou em relação à acessibilidade digital?

O Tribunal de Contas da União analisou 288 organizações federais para verificar se seus serviços digitais eram acessíveis para pessoas com deficiência.

Quais foram os principais resultados da fiscalização?

A maioria apresentou desempenho crítico: 88% tiveram nota abaixo de 5, e 52% ficaram abaixo de 3, em uma escala de 0 a 10.

Quantos órgãos estavam em conformidade com as diretrizes WCAG?

Apenas 31% das instituições avaliadas cumpriram as diretrizes internacionais de acessibilidade.

A adoção da WCAG e do eMAG influencia o desempenho?

Sim. Organizações que adotaram versões atualizadas desses modelos tiveram melhores resultados técnicos.

O Gov.br apresentou bom desempenho?

Sim. Portais hospedados no Gov.br tiveram melhores notas, indicando que padronização e recursos compartilhados ampliam a acessibilidade.

O que isso ensina para a liderança empresarial?

Demonstra que a falta de acessibilidade gera barreiras reais e que empresas devem priorizar interfaces inclusivas para oferecer experiências autônomas e satisfatórias.

Qual a relação entre acessibilidade e legislação?

A acessibilidade digital é exigida pela Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e reforçada por padrões como WCAG e eMAG

Como a acessibilidade pode beneficiar uma marca?

Aumenta o alcance, melhora o engajamento, reduz riscos legais, fortalece a reputação e contribui para melhores posições no Google.

Qual a contribuição da Perto Digital nesse contexto?

Ela oferece soluções tecnológicas acessíveis e conteúdos educativos para apoiar empresas a evoluírem em inclusão digital.

Conclusão:

Observar aspectos problemáticos de outros nichos pode fazer times empreendedores a direcionar esforços em melhorias contínuas. Assim, o conteúdo da Perto Digital apresenta sempre as melhores ideias para apoiar a inovação do setor empresarial.

O compromisso com a inclusão da diversidade no ambiente digital nunca finaliza. Além desse rico conteúdo, a Perto Digital oferece ferramentas sob medida para seus produtos digitais serem acolhedores para pessoas usuárias com e sem deficiência. 

Cada produto oferece um uso convidativo e personalizado. Assuma você também um compromisso com seu mercado. Converse com a Perto e transforme seu site em um local de fácil acesso.

Felipe Gruetzmacher

Felipe Emilio Gruetzmacher é um homem autista que atua como redator da Perto Digital, diretor de produção textual da diverSCInnova, copywriter da Editora Simulacro e blogueiro do site da ANAGEA (Associação Nacional dos Gestores Nacionais). Acredita no potencial da tecnologia em transformar a experiência digital e promover a inclusão das pessoas com deficiência.
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