
O impacto das fintechs no mercado deve ser duplo: a inclusão financeira deve estar associada com a inclusão digital. Até porque esses negócios têm uma relevante função de ampliar o acesso aos serviços financeiros para a população.
Os aplicativos financeiros acessíveis são uma realidade cada vez mais presente no cotidiano do cliente.
Assim, esse nosso artigo vai se debruçar sobre aspectos da acessibilidade digital das fintechs e a sua importância para a vida dos consumidores. Dessa forma, os seguintes subtítulos serão aprofundados:
A inclusão digital no setor financeiro é uma demanda urgente em todos os aspectos. Leia o texto abaixo e confira como o case das fintechs pode ser uma inspiração para a sua empresa.
Muitas fintechs contribuem para ampliar o acesso a serviços financeiros, embora o setor também inclua empresas focadas em eficiência tecnológica e inovação no sistema financeiro. Isso significa inclusão social e econômica. Esses negócios são caracterizados por:
A inovação fintech amplia o acesso a diversos serviços financeiros como crédito, contas correntes, pagamentos e seguros. A tecnologia pode contribuir para ampliar a cidadania econômica ao facilitar o acesso a serviços financeiros.
A inclusão financeira pode contribuir para reduzir a vulnerabilidade social a partir do uso consciente, regular e seguro de uma conta bancária. Ser cliente de fintech pode ser motivado por uma série de motivos como:
Entretanto, o crescimento do setor significa desafios para regularizá-lo. Afinal, a ampliação da oferta de créditos não implica em uso sustentável. Negócios fintech podem englobar serviços como:
Diante da necessidade de democratizar as finanças, o subtítulo abaixo vai apresentar insights sobre a acessibilidade em fintechs.
Em rápidas palavras: A tecnologia financeira deve buscar atender ao maior número possível de perfis, independentemente de capacidades cognitivas ou físicas. Até porque, historicamente, alguns serviços financeiros tradicionais impunham barreiras à inclusão plena de pessoas com deficiência.
Os aplicativos acessíveis alinhados com a tecnologia assistiva vieram para modificar essa realidade.
Isso porque a oferta de acessibilidade digital proporciona maior autonomia na gestão das finanças. As seguintes ferramentas acessíveis são de extrema relevância para as fintechs:
Os desenvolvedores devem considerar as diretrizes da WCAG como referência de boas práticas de acessibilidade. Assim, todas as pessoas poderão realizar transações financeiras sem obstáculos desnecessários.
Dentre as várias soluções da Perto Digital, destacam-se:
Há, ainda, a necessidade da fintech apresentar métodos de autenticação seguros com abordagens simples. Exemplos seriam o reconhecimento facial ou impressão digital. Entretanto, pessoas cegas podem sofrer com barreiras para ativar métodos de verificação como piscar para câmera.
Por isso, até os métodos de autenticação devem incorporar um design centrado na pessoa usuária. A partir de agora, as ideias trabalhadas no artigo serão exploradas de maneira sistematizada.
Abaixo, o texto realiza uma retrospectiva dos principais conceitos definidos acima.
Fintechs são empresas que usam tecnologia para oferecer serviços financeiros mais acessíveis, eficientes e menos burocráticos, ampliando a inclusão financeira da população.
Elas permitem que mais pessoas tenham acesso a contas, crédito, pagamentos e investimentos por meio de aplicativos e plataformas digitais.
Entre os principais fatores estão menor custo, maior comodidade, acesso a benefícios e processos financeiros com menos burocracia.
As fintechs podem oferecer crédito, pagamentos digitais, transferências, investimentos automatizados, gestão financeira e seguros.
A acessibilidade garante que pessoas com diferentes capacidades físicas ou cognitivas possam usar serviços financeiros digitais com autonomia e segurança.
Entre os principais estão comandos de voz, compatibilidade com leitores de tela, ajuste de textos, personalização de cores e contraste, além de navegação por teclado.
Ferramentas como leitores de tela, displays em Braille e lupas digitais permitem que pessoas com deficiência visual utilizem aplicativos financeiros de forma independente.
É a abordagem que prioriza a experiência da pessoa usuária ao desenvolver interfaces acessíveis, claras e fáceis de navegar.
Métodos de autenticação, como reconhecimento facial ou verificação por câmera, precisam considerar diferentes perfis de pessoas usuárias para evitar barreiras de acesso.
As boas práticas de acessibilidade digital devem seguir diretrizes internacionais de acessibilidade como a WCAG, desenvolvida pelo W3C.
Ferramentas como o Assistente Perto e o Plugin Perto permitem navegação por voz, ajustes visuais e personalização da experiência para diferentes necessidades de públicos.
Ao tornar seus serviços utilizáveis por mais pessoas, a fintech amplia seu público, melhora a experiência do cliente e fortalece sua inclusão financeira e digital.

A acessibilidade em fintechs é uma pré-condição para a expansão de serviços financeiros. Além dos serviços citados anteriormente, a Perto Digital disponibiliza um ecossistema de acessibilidade digital líder em soluções para marcas. O propósito é que sites possam atender diferentes perfis de pessoas.
Dessa maneira, a inovação e a inteligência artificial são colocadas a serviço do impacto social e da performance econômica das empresas. Outro diferencial é a conformidade com normas de acessibilidade garantida pela tecnologia da Perto.
Converse com a Perto Digital e ofereça sempre as melhores navegações para o seu mercado.

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