A relação entre as leis e as dimensões da acessibilidade: fortaleça a inclusão digital

Felipe Gruetzmacher
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Este texto apresenta como as 7 dimensões da acessibilidade se aplicam a cenários reais e como elas se relacionam com a legislação brasileira. As leis abordam direitos, barreiras e garantias conectadas às dimensões, ainda que não utilizem essa classificação de forma explícita.

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Com isso, seu negócio ganha uma direção estratégica para implementar acessibilidade no contexto corporativo.

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O conteúdo apresenta exemplos práticos que tornam o tema mais claro e mostram como a inclusão está presente em todos os contextos. A leitura facilita a compreensão por meio de exemplos práticos e didáticos. Confira os subtítulos a seguir:

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  • As dimensões da acessibilidade são aplicadas em quais cenários?

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  • O que as leis dizem sobre as dimensões da acessibilidade?

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  • Quais são as vantagens de incluir a acessibilidade digital na sua empresa?

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Promover o acesso é indispensável quando se lida com pessoas. Acolher talentos diversos estimula o desempenho empresarial. O texto a seguir relata exatamente isso. Acompanhe mais este conteúdo da Perto Digital nas linhas abaixo.

Neste Artigo:

As dimensões da acessibilidade são aplicadas em quais cenários?

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A seguir, você confere exemplos práticos que mostram como cada dimensão da acessibilidade aparece no dia a dia de diferentes instituições. Por exemplo:

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  • Acessibilidade comunicacional: Libras são fundamentais para atender pessoas surdas que estão doentes em hospitais. Até porque o acesso à saúde é uma questão de direito. Nesse caso, métodos comunicacionais precisam ser adequados para diferentes perfis de públicos;


  • Acessibilidade programática: consiste na remoção de entraves em leis, normas, políticas e regulamentos que impossibilitam a participação social das pessoas com deficiência. Um bom exemplo seria a formulação de políticas públicas direcionadas para o público com deficiência;

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  • Acessibilidade atitudinal: é a promoção de atitudes proativas com o objetivo de garantir um mundo mais inclusivo. Um exemplo seria uma entrevista de emprego efetuada com sensibilidade e escuta ativa para proporcionar o máximo de conforto para a pessoa candidata com deficiência;

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  • Acessibilidade arquitetônica: espaços e dimensões físicas adaptadas para qualquer perfil de pessoa. Estruturas urbanas adaptadas como rampas em parques são exemplos;

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  • Acessibilidade pedagógica: práticas e métodos presentes em sala de aula que garantem o aprendizado de estudantes com deficiência. O uso de letras grandes em cartilha é um exemplo;

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  • Acessibilidade natural: envolve adaptar ou mitigar barreiras presentes em ambientes naturais, como praias, trilhas, parques e unidades de conservação. Ela diz respeito às barreiras impostas pelo meio ambiente natural e às soluções que permitem acesso seguro sem comprometer o ecossistema;

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  • Acessibilidade instrumental: ferramentas acessíveis projetadas para atividades envolvendo estudo, trabalho e lazer. Soluções para uma web com menos fricção como software de leitura de tela são exemplos.

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Agora que você já conhece os conceitos, é hora de aprofundar ainda mais apresentando como a legislação trata do assunto.

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O que as leis dizem sobre as dimensões da acessibilidade?

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Há diversos mecanismos legais que estimulam a implementação das dimensões na sociedade. Desde 1988, a Constituição Federal já garante o direito à igualdade e à participação social plena de todas as pessoas. O Art. 3º traz o seguinte texto:

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Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

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I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;

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II - garantir o desenvolvimento nacional;

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III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

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IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

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Este aspecto reforça o compromisso da República do Brasil em apoiar o bem-estar social. Como consequência, reforça-se a necessidade de eliminar barreiras — princípio que se relaciona diretamente com as dimensões da acessibilidade.

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Leia também: Acessibilidade digital e obrigações jurídicas: Como a Perto pode ajudar sua empresa a estar em conformidade.

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Já em 2000, a Lei nº 10.098 veio para ampliar esforços feitos para eliminar barreiras comunicacionais e arquitetônicas. O inciso I do Art. 2º traz a seguinte definição de barreira:

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barreiras: qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que limite ou impeça a participação social da pessoa, bem como o gozo, a fruição e o exercício de seus direitos à acessibilidade, à liberdade de movimento e de expressão, à comunicação, ao acesso à informação, à compreensão, à circulação com segurança, entre outros, classificadas em: 

 

a) barreiras urbanísticas: as existentes nas vias e nos espaços públicos e privados abertos ao público ou de uso coletivo;      

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b) barreiras arquitetônicas: as existentes nos edifícios públicos e privados;

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c) barreiras nos transportes: as existentes nos sistemas e meios de transportes;

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d) barreiras nas comunicações e na informação: qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que dificulte ou impossibilite a expressão ou o recebimento de mensagens e de informações por intermédio de sistemas de comunicação e de tecnologia da informação.

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Quando uma lei define esses conceitos tão detalhadamente, a sociedade entende que há uma necessidade legal nas dimensões da acessibilidade. Há um valor social em implementar recursos e expressar atitudes que facilitam o dia a dia do público com deficiência.

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Por sua vez, a Lei nº 10.436, em 2002, reconhece a Libras como língua oficial da comunidade surda. Confira o Art. 1º desta lei:

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Art. 1o É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expressão a ela associados.

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Parágrafo único. Entende-se como Língua Brasileira de Sinais - Libras a forma de comunicação e expressão, em que o sistema lingüístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constituem um sistema lingüístico de transmissão de idéias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.

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Esse reconhecimento legal impulsiona práticas que fortalecem a acessibilidade comunicacional. Isso pode influenciar atitudes mais inclusivas, mas não trata diretamente da dimensão atitudinal.

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E, ainda, há a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, a Lei nº 13.146, de 2015, em vigor desde 2015. Ela traz a seguinte linha de raciocínio nos incisos I e II do Art. 3º:

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Para fins de aplicação desta Lei, consideram-se:

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I - acessibilidade: possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privados de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida;

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II - desenho universal: concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem usados por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou de projeto específico, incluindo os recursos de tecnologia assistiva;

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Em outras palavras: a acessibilidade é tratada como a possibilidade de um uso mais fácil de vários equipamentos e recursos no cotidiano das pessoas com deficiência. O desenho universal engloba itens como produtos, ambientes, programas e serviços adaptados para todas as pessoas. 

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Em todos esses cenários, as dimensões da acessibilidade se fazem presentes. Uma rampa, por exemplo, pode ser usada por qualquer pessoa, sendo parte da dimensão arquitetônica acessível. 

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A quebra de barreiras deve ser um compromisso coletivo, envolvendo empresas, instituições, setor público e a causa da inclusão. As leis citadas anteriormente são apenas uma parte do total de textos jurídicos que fundamentam a importância das dimensões da acessibilidade. Há muito mais.

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Diante desses exemplos legais, chegou a hora de entender o motivo pelo qual uma web acessível é tão estratégica nas organizações.

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Quais são as vantagens de incluir a acessibilidade digital na sua empresa?

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Bem, o acesso digital faz parte da dimensão instrumental. Afinal, os produtos digitais como aplicativos e softwares são instrumentos de trabalho, lazer e estudo. Neste sentido, oferecer uma experiência online sem fricção pode trazer muitos ganhos para a sua organização.

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Uma jornada mais simples pela internet pode ampliar o número de visitantes ao seu site, já que o engajamento é maior. Os resultados são a maior possibilidade de conversão e aumento de vendas. Assim, sua marca conquista as melhores posições dos motores de busca.

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Seu marketing consegue maior impacto. Além disso, sua marca se posiciona como aderente ao ESG e aos ODSs. Com isso, sua credibilidade aumenta. Envolva e engaje a sua audiência com as soluções inclusivas mais assertivas para estimular um crescimento empresarial sustentado.

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As soluções da Perto Digital apoiam empresas a oferecerem sites mais convidativos para públicos com e sem deficiência. Cada plugin satisfaz uma necessidade específica com personalização e adaptação, gerando conexões com a acessibilidade instrumental.

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Resumo: por que apostar nas dimensões da acessibilidade?

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Aqui, um rápido conjunto de perguntas e respostas é apresentado para resgatar os principais pontos desenvolvidos no texto.

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O que são as dimensões da acessibilidade e onde elas se aplicam?

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Elas representam diferentes formas de eliminar barreiras — comunicacionais, programáticas, atitudinais, arquitetônicas, pedagógicas, naturais e instrumentais — aplicadas em ambientes como hospitais, escolas, empresas, serviços públicos, espaços urbanos e plataformas digitais.

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O que a Constituição brasileira diz no Art. 3º?

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O Art. 3º da Constituição afirma que os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil é construir uma sociedade livre, justa e solidária, garantir o desenvolvimento nacional, erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais, promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. Esse comprometimento nacional coloca as dimensões da acessibilidade como indispensáveis para o bem-estar social, já que um dos objetivos é a promoção do bem coletivo, sem discriminação.

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Qual é a importância do inciso I do Art. 2º da Lei nº 10.098 em se tratando das dimensões da acessibilidade?

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Ela conceitua e classifica barreiras. Dessa forma, esta conceituação e classificação é imprescindível para a sociedade entender obstáculos ao acesso pleno e a participação social.

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O que diz o Art. 1º da Lei nº 10.436 e como isso se articula com comunicação acessível?

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O Art 1º, ao reconhecer a Libras, fornece condições para o fomento da acessibilidade comunicacional no caso das pessoas surdas.

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O que os incisos I e II do Art. 3º da Lei nº 13.146 mencionam sobre acessibilidade e desenho universal?

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Eles definem a acessibilidade e o desenho universal. Enquanto o primeiro conceito se refere ao uso autônomo de recursos do cotidiano, o segundo conceito diz respeito à concepção de soluções usáveis por qualquer pessoa.

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Por que as dimensões da acessibilidade são essenciais para empresas?

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Porque elas garantem inclusão, ampliam a participação social, fortalecem a marca e demonstram respeito à diversidade, alinhando o negócio a exigências legais e sociais.

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Quais são as vantagens de aplicar acessibilidade digital?

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Ela melhora a experiência do usuário, aumenta visitas, conversões e vendas, fortalece o SEO, posiciona a marca em ESG e ODS e gera reputação positiva.

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O que as leis têm em comum ao tratar de acessibilidade?

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Todas reforçam a eliminação de barreiras e a promoção de igualdade, autonomia e participação plena das pessoas com deficiência.

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Por que as dimensões da acessibilidade são estratégicas para organizações?

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Porque facilitam o fluxo de pessoas e informações, ampliam alcance de público, criam ambientes inclusivos e fortalecem a imagem institucional no mercado.

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Conclusão:

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Os trechos legais citados aqui apenas reforçam a importância das dimensões da acessibilidade em variados casos. Sua organização tem muita a ganhar com a inclusão desses conceitos na sua rotina empresarial. 

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Fora isso, jornadas digitais intuitivas e acolhedoras são um instrumento para promover maior autonomia e independência na internet. Nesse ponto, o ecossistema Perto pode apoiar seu empreendimento a incluir web acessível com variados recursos inclusivos.

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A Perto Digital, referência em navegação convidativa, fornece produtos focados em inteligência artificial para promover impacto social e usos descomplicados na internet. A inovação oferecida por tanta tecnologia assistiva fará seu negócio crescer. 

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Converse com o time de especialistas da Perto e conheça os diferenciais dessa proposta de valor. Seja um empreendimento aliado das causas inclusivas. 

Felipe Gruetzmacher

Felipe Emilio Gruetzmacher é um homem autista que atua como redator da Perto Digital, diretor de produção textual da diverSCInnova, copywriter da Editora Simulacro e blogueiro do site da ANAGEA (Associação Nacional dos Gestores Nacionais). Acredita no potencial da tecnologia em transformar a experiência digital e promover a inclusão das pessoas com deficiência.
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