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Representatividade na Acessibilidade Digital: Construindo uma Web Inclusiva


Ícone de teia cercado por silhuetas humanas diversas, simbolizando a construção de uma web inclusiva através da representatividade na acessibilidade digital.

O assunto “acessibilidade digital” pode ser explorado de diversas formas!

Neste post blog, você vai conhecer mais sobre os desafios enfrentados por públicos com deficiência e as barreiras digitais.


Exercitar o músculo da empatia é se colocar no lugar da usuária e do usuário! Construir uma web mais inclusiva é responsabilidade de todas as empresas e empreendedores.


Assim, você vai saber como a tecnologia facilita a inclusão digital e os ganhos trazidos com uma web acessível.


A importância da acessibilidade digital para diferentes públicos


No site Leiautar, os fundamentos da acessibilidade digital são explicados em breves vídeos.

O acesso digital é definido com esses atributos e características:


  • está associada com as funcionalidades da programação. Os códigos de um site precisam ser escritos incorporando a acessibilidade desde a concepção do projeto, por exemplo;

  • acessibilidade digital é o alcance, uso e usufruto de bens e serviços de uma forma autônoma;

  • público-alvo da acessibilidade digital é a usuária e o usuário com deficiência, só que acabam beneficiando todas as pessoas;

  •  são soluções digitais que priorizam a equidade no uso.


Inclusão é um conceito que abarca a acessibilidade. A experiência de navegar em um site acessível agrega valor para pessoas com diferentes características, necessidades e níveis culturais.


Funcionalidades de sites mais fáceis de serem ativados podem ser considerados exemplos de acessibilidade.


Logo, não é somente que as pessoas com deficiência se beneficiam. Todos os tipos de audiências acabam se usufruindo de ganhos com sites mais intuitivos e uma navegação fluida.


O acesso acontece para qualquer pessoa, independentemente de quem seja!


Principais barreiras e desafios enfrentados por pessoas com deficiências no ambiente digital


Informações digitais acessíveis desempenham um papel fundamental para que marcas conquistem mercado.


Exemplos de dificuldade para consumir e/ou manusear conteúdo online podem ser:


  • Sites que não permitem navegação por teclado ou voz. Isso dificulta um uso mais simples para pessoas com algum tipo de deficiência motora;

  • Ausência de sistemas que transformam textos de blog em áudios. Pessoas com deficiência visual são prejudicadas por conta da falta dessa funcionalidade;

  • Documentos em pdf que não podem ser impressos em braille. 


O uso da tecnologia para superar as barreiras


A acessibilidade é um tema interdisciplinar. Perpassa pela programação, designer, conteúdo, marketing, produto e assim por diante. 


Todos os departamentos de uma empresa têm compromisso com a acessibilidade digital. São papéis compartilhados em oferecer sempre uma experiência acessível para as pessoas. Podem ser citados como exemplos básicos:


  • Time de desenvolvimento que precisa projetar sites acessíveis desde a escrita do código inicial;

  • Especialistas em marketing que usam textos alternativos nos posts;

  • Design que prioriza um contraste que não oferece impactos visuais negativos para pessoas daltônicas.


Uma maior diversidade de pessoas usando a internet reflete maior representatividade. Interfaces amigáveis geram uma conexão maior entre clientes e sites comerciais. 

As marcas podem gerar um maior engajamento! Testes para validar a acessibilidade do seu site sempre são importantes.


Pedir o feedback de diferentes perfis de pessoas é muito útil para aperfeiçoar não somente o seu site. Demais departamentos como o marketing, design e produto são exemplos de especialistas que podem se beneficiar muito desses feedbacks. 


Afinal, uma linguagem inclusiva combinada com a acessibilidade digital significa uma experiência web muito positiva. 


O poder da comunidade digital na promoção da inclusão digital e representatividade


A WCAG (Web Content Acessibility Guidelines) são as Diretrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web. Podem oferecer um caminho para a adaptação de conteúdos no mundo digital.


Existem certificações que ajudam a liderança a entender o amadurecimento da empresa em relação à inclusão.


O feedback de clientes e o estudo de documentos podem ajudar a corporação a entender melhor esse amadurecimento. A partir dessas reflexões, a liderança e demais profissionais podem pedir apoio em comunidades que debatem acessibilidade.


Se, por exemplo, uma equipe de designers entender de arquitetura de informação, ela já tem uma habilidade muito importante para promover o acesso.

 

Arquitetura de informação é saber qual é a mensagem mais importante que o design quer comunicar.


É um conceito muito alinhado com a acessibilidade! Até porque mensagens mais simples tendem a ser interpretadas de maneira mais fácil. Dessa forma, combinando as habilidades das equipes com os conceitos de acesso, a empresa vai poder realizar a reflexão.


Essas reflexões direcionam as empresas para as comunidades e o aconselhamento correto.


Seguir blogs, perfis de pessoas e ler livros sobre a WCAG podem ser bons começos. Participar de projetos de outras pessoas que trabalham com acessibilidade é outra boa estratégia para coletar informações. 


Realizar pequenos experimentos como a criação de um app acessível pode gerar muitos insights.


Documentações acadêmicas, frameworks, sites como material design e Human Interface Guidelines são outros bons inícios.


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