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Qual é o impacto da acessibilidade digital no autocuidado?


 Ilustração dividida ao meio com o lado esquerdo apresentando um dispositivo móvel azul contendo ícones de autocuidado e o lado direito exibindo uma figura humana abstrata verde em pose de relaxamento.


Famílias que cuidam e amparam pessoas com deficiência precisam praticar o autocuidado. Sendo assim, a acessibilidade digital facilita demais esse trabalho envolvendo o cuidado de si mesmo e de outras pessoas.


Afinal, esse tipos de apoio são bem específico. Exige muito investimento emocional, tempo, intervenções médicas e paciência.


Só se pode apoiar o desenvolvimento do outro se existe bem-estar e resiliência. Uma mãe e um pai que lidam com uma criança autista, por exemplo, precisam estar emocionalmente confortáveis.


O casal precisa pensar na própria saúde mental para enfrentar a rotina focada no auxílio e no desenvolvimento do filho.  


Portanto, este texto vai definir o que é o autocuidado, assim como boas práticas envolvendo esse conceito. 


Além disso, você vai conhecer como negócios e a acessibilidade digital podem influenciar positivamente o autocuidado. Afinal, até mesmo empreendimentos mais convencionais e sem compromisso de entregar impacto social podem afetar o cotidiano pessoal. 


Você, responsável por um modelo de negócio, pode surpreender positivamente a clientela e agregar muito na qualidade de vida!


O acesso online pode ampliar sua performance econômica, adicionar credibilidade, fidelizar clientes e trazer mudanças positivas! Por isso, as linhas abaixo têm o propósito de entregar um bom conteúdo para famílias cuidadoras e os negócios que lidam com elas. São dois públicos complementares.


O diferencial de um conteúdo que conecta essas duas audiências é incluir interesse de ambas as partes.


A inclusão digital só acontece através de levar em conta a opinião coletiva. A acessibilidade no online é um debate público!


O autocuidado e as famílias das pessoas com deficiência


A live do instagram intitulada “Cuidar de quem cuida” fornece muitas dicas a esse respeito. Saiba mais aqui. Ela aconteceu no dia 08/09/2023, às 20 horas e contou com Geni Pereira e Inony Costa.


Ambas têm experiência para falar no assunto. Geni Pereira é presidente da ONG Mães de Autistas. Já Ivony Costa é Presidente da Aterne (Associação TEA-tecendo Redes para Neurodiversidade), enfermeira e psicopedagoga especialista em Autismo.


As algumas principais dicas para um bom autocuidado citadas na live são:


  • Se a pessoa não estiver bem, nada vai bem;

  • Ter cuidado com o número excessivo de compromissos;

  • Estabelecer limites é importante para que a pessoa cuidado sabia cuidar sem se descuidar;

  • Delegar tarefas é uma estratégia muito boa, pois toda a família tem responsabilidade na criação dos filhos;

  • A definição de prioridades impede que a agenda fique sobrecarregada;

  • Ter um tempo para se cuidar e refletir sobre as próprias necessidades;

  • A autoaceitação impulsiona a coragem para se perdoar e lidar com os próprios erros. Nenhuma família é perfeita;

  • Praticar uma comunicação clara e amistosa auxilia na divisão de tarefas rotineiras;

  • Liberte a criatividade e o poder criador! Cultivar hobbies como desenhar, pintar e escrever podem ter um poderoso efeito terapêutico;

  • As famílias precisam de espaços para socializar e conhecer novas pessoas. Fazer amigos é importante para todas as pessoas, não apenas para as crianças;

  •  Tomar cuidado com comparações! O ato de se comparar é uma maneira de esquecer das próprias virtudes e qualidades;

  • Planejar a rotina facilita ter mais ordem e organização de prioridades;

  • Resgatar o afeto matrimonial é um ponto importante do autocuidado. 


Como a acessibilidade digital influencia a prática do autocuidado?


Sites com acessibilidade digital oferecem uma experiência inclusiva e acolhedora. Assim, pessoas com deficiência podem navegar por tais sites com mais facilidade e recomendá-los para outros usuários.


Logicamente, pode ser que seu site empresarial seja recomendado para alguma família que tenha algum filho com deficiência.


Até porque o debate sobre inclusão é coletivo e construído no dia a dia através de muito esforço combinado. Afinal, a diferença e a diversidade alinham as expectativas e interesses de todos indivíduos, sejam familiares, pais, mães e a própria pessoa com deficiência.


Se seu negócio for um salão de beleza e tiver um site atrativo e acessível, chamará a atenção das mães.


A dimensão da beleza e a estética são formas de autocuidado. Ter orgulho da própria aparência e se cuidar agregam qualidade de vida no cotidiano das mulheres cuidadoras.


Um restaurante pode ser muito mais convidativo com um site fácil de ser manuseado.


Esse mesmo ambiente, o restaurante, pode ser um local de muitos momentos felizes e descontração para as famílias. A conexão emocional, as risadas e a felicidade são componentes do autocuidado e do lazer sadio. 


Startups com foco em saúde mental e ONGs que entregam impacto social precisam de acessibilidade digital.


É um caso em que a inovação acolhe beneficiários, famílias e as pessoas com deficiência. Negócios disruptivos, terceiro setor ou empreendimentos tradicionais podem impactar positivamente e promover o autocuidado!


São vários exemplos desse caso que poderiam ser citados.


Agora, como sua marca pode oferecer um site acessível e alinhado com as demandas da diversidade?


Conte com a Perto Digital para cuidar da sua audiência!


A oferta da Perto Digital é agregar plugins específicos para transformar seu site num espaço web mais acessível! Com essa tecnologia, sua marca vai ativar conexões mais genuínas com seu mercado e clientes.


Uma experiência digital acolhedora facilita o acesso para todas as pessoas!

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