top of page

O que a Pré-História ensina sobre inclusão digital?


Cena pré-histórica com pessoas ao redor de uma fogueira. Algumas delas estão segurando tablets, destacando o papel unificador da inclusão digital desde os tempos antigos até hoje.

Quais os ensinamentos e aprendizados apresentados pela Pré-História que podem ser encaixados na inclusão digital e no presente?


O propósito deste artigo é fazer um resgate histórico para fomentar reflexões sobre a acessibilidade para tecnologias virtuais e empreendedorismo. Você vai aprender coisas bastante curiosas sobre o passado e que podem servir como insights para o futuro da acessibilidade. 


Como a Pré-História se conecta com o futuro da inclusão digital?


A vida era bastante diferente há milhares de anos. Havia feras, animais perigosos, seres humanos e bichos disputando comida, água e abrigo. 


Machucar o pé ou quebrar uma perna pode significar a morte certa naquela época. Uma pessoa que não consegue se deslocar ou andar vira alvo fácil de predadores.


Essa percepção da Pré-História como um tempo difícil e selvagem foi desafiada por algumas descobertas arqueológicas. 


O livro “Além das Limitações - uma jornada pela história da deficiência e a sociedade do cuidado” explica. As autoras Daniele Shorne de Souza e Pérola de Paula Sanfelice relatam sobre essas investigações feitas por arqueólogos.


Em 2020, foram encontrados restos humanos na floresta tropical Sangkulirang Mangkalihat.

A ossada pertencia a um jovem cujo pé havia sido amputado. O local da descoberta é a gruta de calcário de Lian Tebo. Nessa mesma gruta, foram encontrados os primeiros desenhos figurativos feitos pela humanidade, há mais de 40 mil anos.


O fêmur quebrado foi encontrado cicatrizado. Isso é uma evidência de que a pessoa com o fêmur cicatrizado recebeu cuidados.


Alguém cuidou do acidentado, amarrou o ferimento e levou o indivíduo para um espaço protegido. Esse contexto indica que, mesmo há milhares de anos, eram feitas amputações por conta de doenças e machucados. 


A ausência de um pé e um tornozelo não foi uma barreira para que o indivíduo sobrevivesse. Ele foi acolhido pela sua comunidade.


Evidenciam mostram que a cirurgia de amputação foi realizada com alguma pedra afiada, provavelmente. Atitudes foram tomadas para evitar infecções e sangramentos. 


Esse tratamento que o jovem recebeu após a amputação sugere que a comunidade se empenhou em acolhê-lo. 


É a presença de altruísmo mesmo em tempos difíceis e selvagens.  O livro ainda cita uma fala muito pertinente da antropóloga Margaret Mead. De acordo com Mead, a primeira evidência de civilização é o empenho de uma comunidade em cuidar e proteger pessoas.


Portanto, a civilização humana nasce quando grupos e comunidades desenvolvem adaptações para fortalecer a proteção e acolher pessoas.


O altruísmo e o cuidado mútuo são traços fundamentais para a civilização. Sendo assim, o que esse relato traz de insights para a inclusão digital?


O presente e o futuro da Inclusão digital!


Este cenário pré-histórico em que uma pessoa com o pé amputado foi amparada traz reflexões sobre a inclusão digital. Afinal, a comunidade da época pré-histórica precisou desenvolver atitudes inclusivas e adaptações para proteger o indivíduo contra as feras.


Barreiras foram quebradas nos tempos passados! Hoje em dia, a história se repete.


O contexto e as tecnologias mudaram, evoluíram. Mesmo assim, a acessibilidade sempre será imprescindível. A inclusão digital e sites acessíveis são exemplos de como a tecnologia pode quebrar as barreiras dos nossos tempos.


A conexão entre pessoas depende cada vez mais das facilidades trazidas com as inovações. O acesso no universo online permite que pessoas com deficiência;


  • façam compras;

  • comuniquem ideias e expressem opiniões;

  • consigam emprego;

  • recebam informações;

  • vender e iniciar empreendimentos;


É um avanço civilizatório! A presença das pessoas com deficiência na internet precisa ser naturalizado. Como sua empresa pode apoiar esse avanço civilizatório?


Em termos digitais, esse apoio pode significar:


  • Oferecer sites acessíveis;

  • Documentos em pdf que podem ser manuseados por pessoas com qualquer deficiência;

  • possibilidade de contar com textos convertidos em áudio e vice-versa;


Na pré-história, as atitudes inclusivas e técnicas de amputação permitiram que um jovem fosse acolhido e aceito pela comunidade primitiva.


Hoje em dia, o contexto se repete sob uma nova roupagem. A sociedade demanda ações inclusivas e acessibilidade digital para abraçar as diferenças. 

No fundo, em ambos os tempos, os momentos históricos tinham dois aspectos em comum. São a solidariedade e a tecnologia à serviço da inclusão. 


Afinal, até mesmo uma pedra lascada usada para realizar uma cirurgia primitiva pode ser sinônimo de tecnologia.


Ferramentas que resolvem problemas das pessoas são maneiras de aplicar tecnologia a situações concretas. Já hoje em dia, temos recursos que promovem a inclusão digital. 


O tempo muda e transforma os instrumentos usados pelas pessoas.


Faça seu modelo de negócios evoluir com a inclusão digital!


Agregue inclusão digital no seu modelo de negócios com os recursos oferecidos pelo Perto Digital. Atenda diversos perfis de pessoas com deficiência e diferentes necessidades através da oferta do acesso online.


Converse com nossa equipe e conheça nossos diferenciais competitivos.


Comentários


© 2024 Perto Digital. Todos os direitos reservados

bottom of page