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O futuro profissional das pessoas com deficiência


Caminho conduzindo a um horizonte brilhante, ladeado por símbolos de diversas carreiras profissionais, simbolizando as oportunidades para pessoas com deficiência.

Quais são as expectativas profissionais das pessoas com deficiência e como a inclusão digital afeta essas possibilidades laborais?


A reportagem “Por que ‘seguir sua paixão’ não é um bom conselho de carreira” de autoria de Kim Elseser e presente no site da Forbes apresenta como escolhas equivocadas podem limitar o crescimento e ampliar as desigualdades de gênero.


Neste post blog, você vai examinar:

  • as principais ideias apresentadas na reportagem;

  •  entender a psicologia das decisões envolvendo trabalho e como isso restringe a ascensão de mulheres na área laboral;

  • as chances que a própria sociedade fornece para as mulheres. 


Posteriormente, o post blog vai analisar se o mesmo acontece com as pessoas com deficiência de qualquer gênero.


Será que seguir o próprio coração é um caminho para a diversidade? Como o futuro profissional está conectado com o tema “inclusão digital”?


O coração é enganoso!


A reportagem pode ser resumida nestes pontos principais:


  • o modo como mulheres fazem escolhas podem limitar a presença delas nas áreas profissionais alinhadas com STEM (sigla inglesa para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática);

  • O critério de seguir uma paixão ou seguir uma carreira lucrativa pode afetar o futuro profissional. Assim, os homens escolhiam áreas alinhadas com ciência e negócios, enquanto as mulheres optavam por artes ou saúde.

  • Isso acontece porque as ciências e negócios são nichos considerados “masculinos” enquanto “artes e saúde” são considerados nichos “femininos”.

  • Por isso, é fundamental repensar o modo como julgamos. Não é para trocarmos felicidade pelo dinheiro e conforto. Apenas precisamos reexaminar essa falsa divisão entre profissões masculinas e femininas. Talvez, uma grande oportunidade esteja  num campo laboral que, aparentemente, não tenha conexão com seu jeito de ser!    

  • A socialização influencia na formação dos nossos interesses. Por conta de experiências diferentes e expectativas que a sociedade têm sobre as pessoas, homens e mulheres têm interesses únicos. Assim, indivíduos de ambos os gêneros se desenvolvem e mudam os interesses com o passar do tempo, o que significa evolução.


As expectativas laborais das pessoas com deficiência


O site da Agência Brasil apresenta dados preocupantes no artigo “Mesmo com escolaridade, pessoas com deficiência têm menos emprego”. Ele se baseia numa pesquisa do IBGE.


Este estudo divulgado no dia 07/07/2023 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)  aponta que apenas 51,2% das pessoas com deficiência e possuidoras de curso superior estão ocupadas no mercado de trabalho.


Tal proporção é bem menor do que a das pessoas sem deficiência. Para este público, 80,8% das pessoas com curso superior estão no mercado de trabalho.  


Já as pessoas sem deficiência e com ensino superior incompleto têm uma taxa de ocupação de 71,6%. Agora, a fatia populacional que corresponde às pessoas com ensino médio incompleto chega a 64,1% em se tratando de taxa de ocupação. 


Logo, menores chances de ingresso em ocupações estão reservadas para as pessoas com deficiência, mesmo elas tendo curso superior. 


A taxa de ocupação para pessoas com deficiência com ensino superior incompleto chega a 42,4%, enquanto os possuidores de ensino médio incompleto chegam a 33,6%.


Tais dados são fruto da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) direcionada para Pessoas com deficiência em 2022, executada no terceiro trimestre do ano 2022.

A diferença de renda é outro ponto importante:


  • a renda média do trabalho para pessoas sem deficiência é de R$ 2.652,00;

  • já a renda média é de R$ 1.860,00 para pessoas com deficiência;

  • no caso das mulheres com deficiência, esta média chega em R$ 1.533,00.



O que explica a menor participação das pessoas com deficiência no mercado de trabalho e o rendimento menor delas? 


Possíveis “remédios” para a desigualdade


Fomos todos socializados, incorporamos aprendizados e assimilamos papéis sociais, noções de certo e errado.


Agora, estes papéis sociais e expectativas da sociedade precisam ser desconstruídos! Romper com o velho clichê “siga seu coração” é o primeiro passo para ampliar nosso leque de opções profissionais, fazer escolhas mais acertadas e aumentar nosso autoconhecimento.


É fundamental que muitos preconceitos sejam derrubados para que mulheres e pessoas com deficiência possam assumir um protagonismo no contexto profissional.


Logo, se o trabalho tem uma dimensão cidadã, o consumo possui esta mesma dimensão.


Pessoas com deficiência acessando sites sem dificuldades para comprar, consumir, assimilar habilidades digitais, acessar informações e participar ativamente da vida social e digital é um passo para romper preconceitos.


Afinal, um maior contato com a internet e a inclusão digital podem ampliar o repertório de ideias, estimular a quebra de paradigmas e pensamentos padronizados. 


O avanço na cultura digital pode propiciar um maior número de opções! 

Portanto, sites que incorporam acessibilidade comunicacional e digital prestam um relevante papel na transformação da sociedade!


Uma navegação e manuseio mais fáceis de sites, assim como modelos de negócios que agregam qualidade de vida são pontos importantíssimos para o repensar coletivo dos papéis sociais. 


Sua empresa colabora com a inclusão digital?


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Converse com nossa equipe e combine seu propósito com nossa tecnologia para romper barreiras!


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