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ESG, neurodiversidade e acessibilidade para sites: as conexões necessárias


Ilustração vetorial minimalista apresentando três ícones interconectados sobre um fundo simples: uma folha representando ESG (Governança Ambiental, Social e Corporativa), um cérebro simbolizando neurodiversidade, e um monitor de computador indicando acessibilidade para sites. Cores predominantes são o escuro e verde claro.

O propósito deste texto é apresentar os insights do evento “ESG Talks do CWC: ESG e a neurodiversidade nas organizações".


Assim, esses tantos conceitos debatidos podem ser conectados com o tema acessibilidade para sites. Afinal, propagar iniciativas que falam sobre inclusão reforça a visibilidade para a causa das pessoas com deficiência.


Esses conteúdos debatidos em eventos ganham ainda mais relevância quando conectados com o tema web inclusiva.


O que foi discutido no ESG Talks do CWC: ESG e a neurodiversidade nas organizações?


O evento foi apresentado por Juliana Nascimento, fundadora da Compliance Women Committee International (CWC). A moderação foi feita por Natascha Trennepohl, Coordenadora do Comitê de ESG do CWC.


Débora Cunha Romanov, Advogada e Professora da Escola Paulista de Direito, apresentou as ideias principais envolvendo neurodiversidade e organizações.


O objetivo em divulgar esse debate é gerar engajamento para o tema ESG, pois é uma agenda bastante demandada empresarialmente. 


Confira um texto que se aprofunda em ESG: “A importância de aplicar ESG na sua empresa”.


Débora tem bagagem técnica, teórica e muita vivência prática para explorar esse tema. O mês escolhido para esse evento é simbólico. Abril é o mês Mundial de Conscientização do Autismo.


O evento ocorreu no dia 25/02/2024 O primeiro conceito explorado foi a neurodiversidade. É uma variação neurológica entre pessoas. Todas as pessoas têm formas específicas de pensar e sentir. 


Logo, a neurodiversidade é um termo semelhante à biodiversidade. Assim como existem diversas espécies e indivíduos, existem mentes diversas. 


A neurodiversidade é muito associada ao movimento social das pessoas com deficiência. Até porque a neurodiversidade não é uma condição médica. É um modo da mente funcionar.


Além disso, existe a associação com a neurodivergência, o movimento que engloba autismo, TDAH, Síndrome de Tourette e outras condições.


O autismo, por exemplo, é reconhecido como deficiência, segundo a Lei Nº 12.764 de 27 de Dezembro de 2012.  Isso traz implicações para toda a legislação como a Lei 13.146, de 6 de Julho de 2015. Assim, por exemplo, a pessoa necessita de um laudo para conseguir um ambiente de trabalho adaptado para a deficiência dela. 


Esse aumento do número de pessoas diagnosticadas com autismo acontece porque critérios técnicos foram aprimorados. Desse modo, mais empresas demandam modificações e adaptações para acolher e incluir pessoas autistas. 


Modelos de gestão do talento humano devem priorizar a aceitação. Um mercado mais inclusivo está alinhado com o ODS 10, Redução das Desigualdades. 


Além de estar associado com o ODS 8, Trabalho Decente e Crescimento Econômico


Descubra o que é o ODS 10 no texto “Acessibilidade digital e ODS 10”.


Descubra o que é o ODS 8 no texto “A conexão entre ODS 8 e inclusão digital


Essa conexão entre mercado e talentos autistas demandam mudanças culturais profundas nas empresas. Assim, até mesmo o relacionamento entre colegas de trabalho merece atenção especial.


Por todos os motivos apontados, a questão exige que as pessoas recebam informação para saber lidar com essa diversidade específica.


Até porque existem muitas formas de manifestar o autismo. Alguns colaboradores autistas preferem o home office, enquanto outros preferem atuar no escritório, por exemplo.


Na dúvida, perguntar sempre será uma boa prática para ajustar e adequar o ambiente às necessidades da pessoa autista.

Bem, essas foram as principais ideias compartilhadas no evento.


Qual é o papel da acessibilidade para sites neste contexto?


Esta seção conecta os assuntos do “ESG Talks do CWC: ESG e a neurodiversidade nas organizações” com acessibilidade para sites.


A boa prática de perguntar quais são as necessidades do colaborador autista se aplica em muitos casos de inclusão. Questionar quais são os obstáculos que dificultam o livre caminhar de uma pessoa cega num escritório é um exemplo.


Entender como uma pessoa surda gosta de ser tratada é outro exemplo.

A acessibilidade para sites segue a mesma linha de raciocínio.

Sites devem ser inclusivos e acolhedores para qualquer pessoa, independente da deficiência. 


Recursos e ferramentas digitais devem ser ajustadas, personalizadas e oferecer uma jornada online confortável para a pessoa cliente ou colaborador.


Essas soluções sob medida podem agregar credibilidade, reputação, atrair talentos e aumentar o número de vendas.


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