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Declaração Universal dos Direitos Humanos e inclusão digital


Ilustração de um livro aberto representando a Declaração Universal dos Direitos Humanos, com raios de luz conectando a tecnologia digital a pessoas de diversas idades e habilidades, enfatizando a inclusão digital como parte essencial dos direitos humanos.

Como Declaração Universal dos Direitos Humanos e inclusão digital podem fortalecer um amanhã mais acessível?


Os conceitos que fundamentam alguns artigos da Declaração serão listados, o que ajuda na compreensão deles. Assim, será possível entender a conexão desses dois termos.


O que dizem os artigos da Declaração?


A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi adotada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas.


Essas ações foram estabelecidas pela resolução 217 A III em 10 de dezembro de 1948. Todos artigos da Declaração fornecem ideias indispensáveis e fundamentais para refletir sobre a liberdade humana. 


O artigo 25, por exemplo, menciona:


  • todo o ser humano tem direito a um padrão de vida que assegure:

  • saúde;

  • bem-estar;

  • alimentação;

  • habitação;

  • cuidados médicos;

  • serviços sociais;

  • segurança em caso de desemprego, doença, viuvez, velhice ou perda dos meios de subsistência em casos fora do controle individual;

  • esse direito se aplica à pessoa e à família dela;


Já o artigo 19, noutro exemplo, afirma:


  • todo o ser humano tem direito à liberdade de opinião e expressão;

  • essa liberdade não pode sofrer interferência;

  • a livre expressão engloba o direito a ter opinião, procurar e transmitir ideias;

  • a transmissão de ideias pode ocorrer por quaisquer meios independentemente de fronteiras.


Você pode conferir mais artigos acessando a própria Declaração Universal dos Direitos Humanos no site da UNICEF.


Quais as conexões entre Declaração Universal dos Direitos Humanos e inclusão digital?


A inclusão digital pode apoiar pessoas com deficiência a conquistarem direitos.

Imagine uma Startup que vende serviços médicos e amplia o alcance dos cuidados através da tecnologia.


O site e a comunicação online dessa Startup precisarão ser acessíveis para acolher diversos perfis de usuários.


Essa conexão entre público alvo e tecnologias disruptivas satisfazem os pontos “saúde, cuidados médicos e bem-estar” do artigo 25. Mesmo um nicho mercadológico convencional pode apoiar pessoas com deficiência a conquistar maior qualidade de vida.


Um restaurante que vende comida saudável pode ganhar visibilidade através de um blog bem atrativo e acessível. A acessibilidade digital neste caso já atende o ponto “alimentação” do mesmo artigo.


Já o direito à habitação pode ser viabilizado por construtoras que incorporam o acesso nas páginas web.


Órgãos públicos responsáveis pela documentação exigida quando a pessoa compra uma casa precisam comunicar informações de um modo inclusivo.

Os serviços que amparam pessoas desempregadas é o mesmo caso.


Sistemas de informação e tecnologias devem priorizar o acesso para que qualquer usuário possa se comunicar e expressar opiniões.


A acessibilidade online é um fator que contribui para agregar relevância e dar vez para as pessoas com deficiência. Opiniões devem ser validadas e valorizadas, assim como o protagonismo da diversidade.


Qualquer nicho mercadológico pode contribuir para ampliar a qualidade de vida se estiver alinhado com a inclusão digital.


Esses nichos de mercado incluem Startups ou modelos de negócios mais convencionais. Esse debate interessa a todos os tipos de empreendimentos.


Nada substitui o papel do Estado, governo e dos serviços públicos no atendimento e efetivação dos direitos! Mesmo assim, é inegável que empresas podem e devem colaborar na resolução de dores mercadológicas, o que ativa avanço cidadão.


Até porque a pessoa exerce os papéis de cidadão e consumidor, exigindo tratamento sob medida.


O consumo e a cidadania podem se reforçar mutuamente para promover uma sociedade sem barreiras! Sites de empresas podem apresentar o propósito empreendedor para um público maior com recursos de acessibilidade, atraindo talentos diversificados.


A conexão entre pessoas com deficiência e oportunidades de trabalho é facilitada. 


O desemprego é uma ameaça que pode fugir do controle individual. Ninguém está a salvo de precisar lidar com essa situação. Só que a acessibilidade em sites reduz essas chances e coloca o colaborador no controle da própria carreira.


Até porque a economia da colaboração significa combinação de esforços e ideias para agregar qualidade de vida.


A solidariedade é a essência de avanços civilizatórios! Mesmo assim, caso alguma pessoa com deficiência precise lidar com desemprego ou desamparo, ela pode recorrer a órgãos públicos.


A inclusão digital é exigida até nestes contextos! Se sua empresa acolher pessoas com deficiência no universo online, haverá um maior número de clientes e lucro.


Assim, resolvido essa questão técnica, seu negócio poderá focar mais em entregar experiências inesquecíveis para os consumidores.


É investir numa comunicação que expresse todo o diferencial e a personalidade da sua marca. Esforços em marketing significa educar o mercado, o que amplia indiretamente a visibilidade dos direitos humanos.


A inclusão digital posiciona seu negócio como promotor de qualidade de vida!


Reforce as conexões entre marca e clientes através da inclusão digital!


A startup Perto Digital oferece diversos recursos para que seu empreendimento apresente acesso online e impacte mais pessoas!


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