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Acessibilidade Digital na Educação: Benefícios e Implementações


Pessoa estudando à noite com fones de ouvido, lâmpada acesa, livros e laptop na mesa.

O acesso digital tornou-se um pilar fundamental na experiência educativa moderna. 


Este artigo destaca como a tecnologia e inovação promovem a inclusão na educação, especialmente para pessoas com deficiência, ressaltando o papel crucial da Lei 9.394/1996 e da Lei Brasileira de Inclusão 13.416/2015 na conformação das práticas educacionais inclusivas.


  • A lei define a educação especial como uma modalidade escolar integrada à rede de ensino regular, destinada a alunos com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento, superdotação, ou altas habilidades, destacando seu papel na promoção da inclusão;

  • Os sistemas de ensino assegurarão adaptações específicas em currículos, técnicas, métodos, organização específica e recursos educativos. São estratégias educativas ofertadas para atender às necessidades da diversidade;

  • A educação especial visa a inserção do educando no mundo do trabalho, assim como a efetiva integração em sociedade. Inclusive, esse tipo de modalidade visa incluir pessoas que não revelam capacidade para se inserir no mercado de trabalho. Além disso, esse modelo educativo visa atingir alunos com habilidades superiores em artes, intelectual ou psicomotricidade.


Conforme a lei deixa claro, toda a experiência educativa se centraliza na figura do educando e no despertar das potencialidades.


O lado humano agrega muito valor nas conexões entre educador e educando.

Agora, os princípios fundamentais e os propósitos da educação especial foram sintetizados. 


Chegou o momento de entender a importância da acessibilidade digital na educação


Qual é o lugar da acessibilidade digital no futuro da educação?


É importante entender o papel da acessibilidade e dos recursos tecnológicos como acessórios. O protagonista sempre será a humanidade do educando e do educador. 


Com esse contexto bem entendido, a tecnologia da inclusão digital pode ser encarado como uma otimização. Nunca será a solução mágica.


Com o avanço da Revolução 4.0 e a digitalização das comunicações, as classes precisaram migrar para a internet. Dessa forma, alunos com deficiência e com dificuldades de aprendizagem começaram a apresentar necessidades específicas de inclusão digital.


A aprendizagem e os modelos de currículo mudaram a percepção de como o ensino é encarado.


Em muitos contextos, a experiência educativa mescla modelos híbridos, unificando aprendizagem virtual com rotina real. Portanto, tendências tecnológicas, acessibilidade digital e foco centrado nas necessidades dos alunos podem democratizar ainda mais a educação.


Conforme já mencionado na Lei 9.394, métodos pedagógicos precisam atender às necessidades específicas dos estudantes com deficiência.


Assim, do mesmo jeito, recursos digitais que incorporam a acessibilidade devem estar alinhados com os contextos dos usuários. Toda a tecnologia deve ser amplamente personalizável e conectada com os ritmos e potencialidades de cada pessoa.


Quais são exemplos de acessibilidade digital na educação?


Alguns casos que merecem destaque são:

  • Estudantes com baixa visão beneficiam-se de recursos em blogs educacionais que destacam links e títulos e permitem o zoom no texto, melhorando significativamente a capacidade de leitura e interpretação;

  • Pessoas com distúrbios de habilidades motoras navegando com apoio do teclado.  Só essa simples solução já simplifica a pesquisa por informações em diversos sites, aplicativos e blogs;

  • Ferramentas e inteligência artificial que apoiam professores a simplificar conteúdos e textos. Essa boa prática agrega produtividade nas aulas e permite que alunos com deficiência intelectual possam entender no ritmo deles.

Os próprios professores com deficiência poderão ser amplamente beneficiados com a acessibilidade web em sala de aula.


A tecnologia digital que incorpora a acessibilidade segue o padrão do Desenho Universal. A Lei 13.416 de 6 de Julho de 2015 traz a definição de desenho universal.

São produtos, ambientes e serviços que podem ser usados por qualquer pessoa.


No exemplo de um blog de uma escola, esta página web já foi projetada para ser inclusiva desde o começo. A educação alinhada com a tecnologia pode:

  • Gerar oportunidades de uma aprendizagem mais autônoma e livre;

  • Criar ambientes educacionais mais equitativos;

  • Minimizar a desigualdade de oportunidades educacionais.


É a promoção de mais equidade! Até porque toda a sociedade deve se engajar nessa missão! O artigo 205 da Constituição de 1988 reforça essas perspectivas. De acordo com o artigo:

  • A educação é um direito de todos e dever do Estado e da família;

  • Deve ser promovida e incentivada com a colaboração de toda a sociedade;

  • O propósito é estimular o pleno desenvolvimento da pessoa para o trabalho e exercício da cidadania.


Escolas, empresas interessadas em promover a educação, edtechs, entidades sociais, projetos e conteúdos web educativos devem incorporar a acessibilidade digital.


A combinação de esforços tende a gerar resultados muito sólidos.


A Perto Digital pode acelerar a acessibilidade digital do seu negócio


Assim como uma instituição educacional pode promover a acessibilidade digital, seu negócio pode fazer o mesmo.


Afinal, oferecer bons produtos, serviços e soluções para o mercado apoiam a qualidade de vida das pessoas! Por conta disso, qualquer nicho de mercado deve oferecer experiências digitais inclusivas para transformar a vida das pessoas.


A Perto Digital conta com recursos e ferramentas para seu negócio incorporar o acesso digital e impactar o mercado.


Conte com o nosso apoio, converse com nossa equipe e saiba dos nossos diferenciais.


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