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Como a sua empresa pode potencializar a comunicação inclusiva?


Ilustração minimalista de uma rede de comunicação digital com nós interconectados representando canais digitais acessíveis e um nó central destacado, simbolizando a estratégia inclusiva de comunicação de uma empresa.

A comunicação inclusiva é uma excelente maneira de gerar oportunidades iguais e promover a equidade. A tecnologia deve estar à serviço das pessoas.


A classe empresarial e empreendedora precisa acolher pessoas com deficiência, pois já existem muitos recursos para tornar sites empresariais mais acessíveis.


Além disso, não é só uma questão de agregar um diferencial competitivo, porque a própria legislação estimula a inclusão digital.


O artigo trata dessas questões legais, comunicação mais acessível no dia a dia laboral e a solução da empresa Perto Digital para estimular a proximidade entre empresas e pessoas com deficiência em ambiente virtual.


O que diz a legislação?


A lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).


Logo no primeiro artigo, o texto menciona que o propósito é assegurar o exercício pleno de direitos, objetivando a inclusão social.


Como as informações são o petróleo da Era Digital, o acesso ao universo online é uma condição imprescindível para o exercício da cidadania. Habilidades digitais e saber manusear tecnologias são aspectos básicos para a pessoa com deficiência se conectar, comprar, comunicar e se expressar. 


Assim como a Lei cita a acessibilidade, ela descreve e define como a tecnologia projetada de forma excludente pode privar a pessoa com deficiência do acesso digital. 


Dessa forma, a Lei traz os conceitos de:


  • Desenho Universal: são produtos, ambientes, programas e serviços projetados para serem usados por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação. Essas soluções que seguem o desenho universal são projetadas para todos os públicos. 


  • Tecnologia assistiva ou ajuda técnica: são produtos, dispositivos, equipamentos, recursos e práticas que promovem acessibilidade. São exemplos de tecnologias que seguem os princípios do desenho universal e agregam qualidade de vida para as pessoas com deficiência.


Agora, quando a Lei fala especificamente sobre a obrigatoriedade de promover a acessibilidade, ela traz esse trecho:


“Art. 55. A concepção e a implantação de projetos que tratem do meio físico, de transporte, de informação e comunicação, inclusive de sistemas e tecnologias da informação e comunicação, e de outros serviços, equipamentos e instalações abertos ao público, de uso público ou privado de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, devem atender aos princípios do desenho universal, tendo como referência as normas de acessibilidade.”


O trecho é bem claro: Assim como uma calçada deve atender os requisitos do desenho universal e promover o direito de ir e vir das pessoas, sistemas de informação, sites e tecnologias devem promover a mesma acessibilidade para pessoas com deficiência.


Essa analogia e comparação entre mundo físico e virtual é bastante poderosa para entendermos que não é só o contexto físico que requer adaptações. A inclusão acontece através de sites mais funcionais, intuitivos e amigáveis.


Boas práticas de comunicação inclusivas no âmbito geral


O principal elemento na comunicação acessível é perguntar quais recursos ou apoio pontual que a pessoa com deficiência precisa naquele momento e contexto.


Isso é uma acessibilidade atitudinal que gera um bom acolhimento e diálogo.   


Cada pessoa com deficiência requer uma comunicação e adaptações físicas alinhadas com as necessidades delas. Alguns exemplos:


  • Pessoas com autismo sempre conseguem entender melhor se a conversa não tiver tantas figuras de linguagem, metáforas e conceitos abstratos. Exemplos práticos são mais úteis para comunicar com maior efetividade.

  • Algumas pessoas com deficiência auditiva conseguem ler lábios. Por isso, gestos podem até ajudar na comunicação. Porém, o movimentar das mãos não pode atrapalhar o contato visual.

  • Palavras mais específicas podem melhorar o diálogo com pessoas com deficiência visual. Usar palavras como “aqui”, “ali” e “lá” podem dificultar o entendimento da pessoa com deficiência visual. Use expressões como “uma sinaleira está a 4 passos de distância” ou “há um restaurante no outro lado da rua” são exemplos bastante claros que facilitam a compreensão do ambiente.


A solução Perto Digital para comunicação inclusiva


A empresa Perto Digital apresenta soluções tecnológicas adequadas para que sites institucionais sejam mais inclusivos e interativos. São maneiras de aproximar marcas corporativas do público-alvo constituído de pessoas com deficiência.


Empresas que focam em comunicar melhor o conteúdo para  esse perfil de população: 


  • Agregam maior profissionalismo e usabilidade no site;

  • Ajudam na consolidação de um ecossistema virtual inclusivo e empático;

  • Empoderam o usuário;

  • Ampliam a autonomia das pessoas com deficiência.


São 4 soluções para simplificar essa conexão:


  • Perto Plugin: são mais de 45 recursos automáticos que garantem uma maior acessibilidade. Ele proporciona uma navegação mais efetiva em função da deficiência do usuário, agregando maior conforto no uso por parte de pessoas com baixa visão, daltonismo, epilepsia, TDAH, dislexia e assim por diante.

  • Perto Libras: Oferta de um intérprete virtual em 3D que utiliza a Língua Brasileira de Sinais.

  • Perto Texto Acessível: simplifica textos, melhora a qualidade gramatical deles e corrige erros.

  • Perto Texto em Fala: transforma conteúdos em áudios, gerando um link com QR Code para o usuário acessar quando quiser. 

  • Perto Docs: faz com que arquivos em PDF fiquem mais acessíveis para pessoas com deficiência visual, auditiva, motora ou cognitiva.

  • Perto Texto Alternativo: criação de textos alternativos via inteligência artificial.

  • Perto Monitor: identificação automatizada para alinhar sites com diretrizes de acessibilidade digital vigentes.


Ser uma marca empática e colaborativa gera uma conexão imediata com o mercado, consolida uma boa reputação e movimenta todo o ecossistema de inovação numa direção mais inclusiva e humana.


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