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Além das diretrizes WCAG: alcançando a verdadeira acessibilidade digital


Arte em 2D com uma mulher de cadeira de rodas clicando em um botão que remete a um site

Quais são as boas práticas para que uma pessoa com deficiência consiga navegar no seu site sem nenhum transtorno ou dificuldade? Exercite a empatia e se coloque no lugar do usuário. É provável que em algum momento, alguma pessoa com deficiência acesse seu site, seja qual for seu nicho ou modelo de negócios.


Logo, você vai conhecer as diretrizes da WCAG (sigla inglesa para “Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web”) e vai dar um passo além. Você saberá de estratégias para lidar com o público diverso, adaptando sua marca para acolher todas as pessoas. Os assuntos tratados no texto são:


- O que são as diretrizes da WCAG?


- Acessibilidade: além das diretrizes da WCAG


- Abordagens complementares para a acessibilidade digital

Diretrizes da WCAG como ponto de partida para a inclusão digital


As Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG) abarcam uma gama de estratégias para fazer com que o conteúdo web seja mais acessível. Se você seguir essas diretrizes, a usabilidade do seu site abrangerá mais públicos e será mais acessível para um maior número de pessoas com deficiência.


São adaptações e acomodações para deficiência visual, auditiva, baixa visão, baixa audição, limitações de movimentos, fotossensibilidade, incapacidade de fala e combinações dessas características.


Além disso, sites assim podem suprir necessidades de pessoas com dificuldades de aprendizagem e limitações cognitivas. É inegável que a WCAG é um bom ponto de partida para que empreendedores consigam oferecer um conteúdo online mais acessível.


Dentro do escopo da WCAG, a acessibilidade digital é definida como meios para facilitar o contato entre a pessoa com deficiência e informações virtuais.


Outro ponto importante é que a web fica mais acessível para pessoas idosas, cujas habilidades estão em constante mudança por causa do avançar dos anos. Seguir as diretrizes facilita e simplifica a usabilidade para todos os usuários.


Por que as diretrizes da WCAG não são o suficiente?


Infelizmente, essas diretrizes não abarcam todas as necessidades dos usuários com essas deficiências, pois cada caso é um caso.


Assim, mesmo que essas diretrizes sejam aplicáveis para um amplo conjunto de deficiências, elas não são tão eficazes para atender o total das necessidades das pessoas, pois deficiências podem se manifestar de diversas formas, tipos, graus e combinações.


São 13 diretrizes que os designers, programadores e comunicadores devem seguir para conectar sites com pessoas. Essas mesmas diretrizes fornecem critérios para que técnicos consigam avaliar o sucesso de cada diretriz executada.


Esses critérios são específicos para testes de conformidade e desempenho dos requisitos de um projeto de site, por exemplo.


Dessa forma, são definidos três níveis de conformidade, começando pelo A (o mais baixo e básico), AA e o AAA (o mais alto). Uma diretriz que vale AAA agrega muito mais acessibilidade do que uma que vale só A.


Se um blog com um texto escrito oferece uma adaptação para comunicar a mensagem para uma pessoa com deficiência visual, ele apresenta um conteúdo não textual, cuja conformidade é A. Logo, é um recurso de acessibilidade bem básico.


Agora, se esse mesmo texto apresenta a possibilidade de ser redimensionado, ter o tamanho ampliado e sem ter a qualidade prejudicada, o site agrega muito mais acessibilidade. Atende uma diretriz cujo critério de sucesso é AA.


Abordagens complementares para a acessibilidade digital


As diretrizes apontam um caminho geral, sem focar em especificidades ou detalhes.


É o próprio time de programadores que vai precisar focar muito nas necessidades do usuário e adequar tecnologia e contexto.


A equipe de programadores pode, por exemplo, iterar e pedir feedbacks de usuários com deficiência para saber quais são os recursos necessários para agregar ainda mais no site e torná-lo acessível.


Implementar o design universal no site é outro exemplo que vai além das diretrizes da WCAG. Dessa forma, seu site poderá ser usado por qualquer pessoa, porque as funcionalidades:


  • apresentam flexibilidade para vários tipos de pessoa;

  • priorizam a simplicidade e um caráter intuitivo;

  • indicam informações perceptíveis e de fácil assimilação;

  • toleram o erro do usuário;

  • são fáceis de usar e exigem esforço mínimo;

  • se adaptam ao ritmo do usuário;

  • minimiza o número de ações executadas pelo usuário para realizar uma tarefa;

  • etc.


O design universal é, também, chamado de design inclusivo ou design total.


Os produtos digitais podem e devem valorizar a diversidade humana. As empresas precisam adotar uma nova postura quando lidam com o diverso.


Mas a tecnologia pode te ajudar nessa missão de trazer acessibilidade para a sua marca.


O Perto Digital, por exemplo, coloca a pessoa com deficiência no centro da navegação. O próprio usuário pode selecionar o recurso que traz as adaptações necessárias para o contexto e a deficiência dele.


Com essa proposta, a acessibilidade consegue ser ainda mais personalizada e oferecer uma experiência marcante para o seu cliente. São pequenos “ajustes” que entregam maior inclusão digital.


Posicione sua marca no universo digital. Fale com os consultores da Perto Digital e saiba como podemos te ajudar.

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