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Acessibilidade digital para pessoas com deficiências cognitivas e de aprendizagem


Quebra-cabeça de um cérebro, representando o suporte da acessibilidade digital para pessoas com deficiências cognitivas e de aprendizagem.

A web inclusiva é para todas as pessoas! 


Assim, a oferta de experiências digitais precisa incorporar a acessibilidade digital e atender as necessidades de todas as pessoas com deficiência.


Neste contexto, pessoas com deficiência intelectual ou cognitiva demandam personalizações e adaptações bastante específicas para usufruir da internet.

As diretrizes de acessibilidade COGA (Cognitive and Learning Disabilities Accessibility Task Force) são passos para garantir a inclusão delas.


Até porque o acesso digital é sinônimo de autonomia e independência.

A tradução em português para o COGA é Força Tarefa de Acessibilidade para Deficiências Cognitivas e de Aprendizagem. 


Então, o propósito deste texto é apresentar o histórico e as informações mais relevantes sobre o COGA.


O direito à informação digital é para todas as pessoas!


Histórico do COGA: Uma abordagem específica da acessibilidade digital


O COGA é uma força tarefa que trabalha para garantir a acessibilidade digital para as pessoas, independentemente das capacidades cognitivas.

Esse grupo está dentro da WCAG (WEB Content Accessibility Guidelines).


Conheça a WCAG no nosso blog e no site oficial da WCAG.


Em palavras mais simples: são diretrizes que buscam garantir a acessibilidade de conteúdos digitais para todas as pessoas.


Neste grande grupo de diretrizes, existe um complemento, a COGA. 

Essa força tarefa trabalha para desenvolver conteúdos web em se tratando de pessoas com deficiências cognitivas e de aprendizagem.  


Qual é o objetivo do COGA em promover a acessibilidade digital?


Acesso web é um compromisso de todas as pessoas que atuam com desenvolvimento de aplicativos, conteúdo e páginas. O COGA orienta e direciona esforços para criação de conteúdo utilizável para pessoas com deficiência cognitivas e de aprendizagem.


Neste grupo, estão inclusas a neurodiversidade e pessoas com deficiências intelectuais.


Alguns das metas atingidas do COGA são:


  • Criação de propostas de critério de sucesso para o WCAG;

  • Entrega de um guia para acessibilidade cognitiva;

  • Estudo de pontos de melhora;

  • Revisão de técnicas já existentes;

  • Sugestão de novos recursos complementares;

  • Desenvolvimento de pesquisas de pessoas usuárias. Esse conjunto de pesquisas integram repositório de conhecimentos sobre cognição e deficiência; 

  • Identificar demandas e prováveis caminhos do progresso tecnológico. Assim, as equipes podem desenvolver tecnologias específicas para a inclusão.


Propósitos do COGA alinhados com a acessibilidade digital


Uma web mais inclusiva é o objetivo principal do COGA. Para alcançá-la, o COGA formulou 8 objetivos. 


O intuito é oferecer acessibilidade para pessoas com deficiência cognitivas e dificuldades de aprendizagem. O documento oficial da Força Tarefa COGA fornece detalhes mais específicos.


Siga lendo nosso post para entender o básico desses objetivos.


  1. Facilitar o entendimento  e o uso da internet pelas pessoas usuárias


Símbolos, ícones, padrões de design e termos precisam ser familiares às pessoas usuárias. Isso ajuda na simplificação do uso e agrega velocidade quando pessoas com deficiências e de aprendizagem usam a internet. 

Por exemplo: hiperlinks sublinhados em e destacados em azul. É uma convenção padrão que facilita a navegação.


  1. Apoiar pessoas usuárias a encontrar informações


Navegação em sistemas deve ser facilitada. Uso de layout fácil de seguir e com indicadores visuais é uma boa prática. Esses indicadores visuais podem ser ícones.  

Títulos claros, regiões e limites simplificam o entendimento do design da página web.


  1. Conteúdos e elementos claros (imagens, textos e vídeos)

Uso de frases curtas, blocos de textos, palavras simples, imagens claras e vídeos fáceis de entender. 


  1. Apoiar pessoas usuárias para prevenir erros


Valide seu design com pessoas usuárias. Essa boa prática reduz a possibilidade da pessoa usuária cometer erros. Além disso, ela pode corrigir erros se eles aparecerem com maior facilidade.


  1. Ajudar a pessoa usuária a manter o foco


A inclusão web deve ajudar a evitar distrações. Se a pessoa usuária se distrair, os títulos e trilhas de navegação podem ajudá-la a recuperar o foco. O fornecimento de trilhas de navegação vinculadas contribui para desfazer erros.


  1. Garantir que a execução de processos não dependa de memória


O uso da internet não pode depender só da memória da pessoa usuária. Senhas longas para acessar o login não é uma prática acessível para pessoas com deficiência cognitiva, por exemplo.

O sistema deve oferecer variadas opções para facilitar o uso pela pessoa usuária.


  1. Ajuda e suporte específicos


Esse caso inclui acessar ajuda humana de jeito fácil. O feedback da pessoa usuária é fundamental para aprimorar conteúdos digitais. 

O time de suporte pode fornecer diferentes maneiras para facilitar a compreensão da pessoa usuária. Resumos, gráficos, alternativas para números e adição de ícones a títulos e links são exemplos.


  1. Garantir a adaptação e personalização de sites

Pessoas com deficiência cognitiva e de aprendizagem podem usar tecnologias assistivas, complementos ou extensões. Assim, sites que oferecem personalização através de opções minimizam o esforço da pessoa usuária, o que agrega qualidade na experiência. Extensões e complementos devem estar sempre ativados. Além disso, pessoas usuárias podem receber suporte adicional a partir da personalização.


Dica bônus: teste seu produto digital com pessoas usuárias reais.


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