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Acessibilidade digital e ESG - A conexão entre meio ambiente e inclusão


Ilustração minimalista representando a conexão entre acessibilidade digital e ESG, com elementos que simbolizam tecnologia, meio ambiente e inclusão social, em cores verde limão, verde floresta, azul escuro, branco e preto.


A acessibilidade digital está muito associada com projetos ambientais! Não há como desfazer a associação entre a pauta da inclusão de pessoas com deficiência e meio ambiente saudável.


Muitas empresas investem em programas específicos para melhorar a qualidade de vida das pessoas. 


Assim, conseguem se posicionar como marcas ecologicamente corretas. O resultado é conseguir abraçar maiores fatias do mercado e atrair investimentos. Além disso, esse perfil de empresa consegue evitar dores de cabeça com a legislação ambiental.


A ecoinovação, inovação focada em melhoria dos aspectos ambientais, pode gerar economia de insumos, matéria-prima e ampliar margens de lucro.


Só que todo esse esforço para alinhar a marca com valores ambientais precisa ser complementada com a acessibilidade digital! Por muitos fatores, as pessoas com deficiência podem ser muito afetadas pela poluição, crescimento urbano desordenado e problemas ambientais.


Portanto, se seu blog for acessível e oferecer uma experiência digital mais acolhedora, isso tudo agrega na reputação corporativa. Seu marketing verde e comunicação sobre projetos ambientais podem atingir o público de pessoas com deficiência, gerando uma conexão poderosa.


Investimentos em sustentabilidade e economia verde podem transformar bastante o cotidiano dos clientes da sua empresa. 


Por todos esses motivos, você precisa divulgar esses pontos importantes! Saiba mais lendo o texto abaixo:


ESG e impacto ambiental:


O site da Endeavor, em O que é ESG e como aplicar na sua scale-up, traz uma definição sobre ESG. A sigla inglesa ESG significa Environmental, Social and Corporate Governance.


Na tradução, essa sigla enfatiza melhores práticas ambientais, sociais e de governança.


Mesmo empresas muito tradicionais podem adotar boas práticas ambientais.

Restaurantes podem adotar rotinas de trabalho que evitam desperdícios de alimentos.


Além disso, podem realizar a separação e a segregação dos resíduos, bem como encaminhá-los para os aterros sanitários.


Uma rápida leitura da legislação ambiental fornece bons insights e direcionamentos. A Lei 12.305 de 2 de agosto de 2010 institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos e é exemplo.


Há um trecho bem específico da lei que pontua sobre ideias. No trecho, estão descritos alguns objetivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos.


A frase é assim citada:

“não geração, redução, reutilização, reciclagem e tratamento dos resíduos sólidos, bem como disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos.”


Assim, empreendimentos precisam adotar práticas rotineiras para não gerar resíduos. Essas boas práticas podem ser aplicadas no já citado caso do restaurante.


Mapear fontes para evitar a produção de resíduos é o básico. Reduzir essa mesma produção quando não há possibilidade de evitar é um segundo passo.


Reutilizar, reciclar, tratar resíduos e encaminhá-los para destinação final são passos seguintes. A mesma estratégia poderia ser adotada em projetos ambientais de grandes corporações ou negócios inovadores como startups. 


Esse exemplo de boa prática em gestão de resíduos já apresenta conexões entre ESG, meio ambiente e a acessibilidade digital.


Então, por ora, o exemplo da Política Nacional de Resíduos Sólidos já serve para ilustrar essas ligações. Mesmo assim, é importante que se registre brevemente que há outras maneiras de entregar uma positiva mudança no meio ambiente. 


Acessibilidade digital e ESG para promover a transformação socioambiental


Se seu empreendimento realiza uma boa gestão de resíduos, sua marca traz ganhos imensos para a coletividade.


Seguindo os passos estipulados na Política Nacional de Resíduos Sólidos, uma menor quantidade de resíduo será encaminhada para aterros sanitários.

Logo, com menor demanda por aterros sanitários, cidades não sofrerão com um crescimento tão desordenado. Haverá mais espaços para os cidadãos.


A arquitetura e o planejamento urbano são fatores que influenciam demais na qualidade de vida das pessoas com deficiência. 


A própria Lei 13.146 de 6 de julho de 2015 define o conceito de barreiras arquitetônicas. Elas dificultam a acessibilidade em vias e nos espaços públicos e privados abertos ao público ou de uso coletivo.


Uma cidade bem planejada e com espaços apropriados para o ir e vir do cidadão beneficia a pessoa com deficiência.


Percebe as sutis conexões entre boas práticas em gestão de recursos ambientais, ESG e inclusão da diversidade? Muitos outros bons exemplos poderiam ser citados que comprovam esse alinhamento.


Portanto, se seu modelo de negócios prioriza o bem-estar ambiental de alguma forma, por que não divulgar essa boa prática?


Assim, sempre é uma excelente estratégia contar com sites acessíveis que demonstram suas ações ambientais corporativas. Deixe que o público saiba o que sua marca está fazendo pelo planeta!


Eduque o mercado para que os consumidores percebam a conexão entre o social e o ambiental. 


Afinal, a inclusão de pessoas com deficiência é uma pauta tão importante quanto o cuidado com o meio ambiente.


Acessibilidade digital é o caminho para sua marca comunicar esse bom impacto!


A proposta da startup Perto Digital é agregar acessibilidade digital no seu modelo de negócios. Assim, sua oferta e seus diferenciais poderão impactar a vida dos consumidores e sua marca conquistará maior relevância! 


Converse agora mesmo com nossa equipe de vendas e consultores para conhecer mais sobre nossa tecnologia.








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