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A inclusão digital impacta o seu modelo de receita?


Imagem minimalista de uma árvore com raízes digitais e folhas que representam o sucesso financeiro.

Por que a inclusão digital pode impulsionar a sua lucratividade? Como um modelo de receitas pode ser afetado positivamente por apresentar um site acessível para o mercado? 


As próximas seções tratam de explicar sobre modelos de receita, escalabilidade, lucratividade e a influência do acesso online nesses aspectos.


A definição de modelo de receitas e outros conceitos


O propósito de um time que quer iniciar um negócio de alto impacto é ganhar escalabilidade e lucratividade. Em palavras mais simples, é um empreendimento que ganha dinheiro e cresce com velocidade e eficiência.


Para tomar decisões melhores e entender cada um desses conceitos técnicos, o empreendedor precisa mensurar.



  1. A escalabilidade é dada pelo número de clientes pagantes da sua solução;

  2. A lucratividade é a soma das suas receitas menos os custos e despesas do seu modelo de negócios;

  3. A receita é o resultado da entrega de valor para o mercado.


Os 7 principais modelos de receita são: 


  • Markup: o preço é baseado nos custos do produto. A praticidade em implementar é o atributo que mais atrai os empreendedores. Um bom exemplo de aplicação é o varejo. O resultado é fornecido pela fórmula 100/[100-DF-DV-LP], onde:


  1. DF: despesas fixas

  2. DV: despesas variáveis

  3. LP: lucro pretendido


Depois de ter obtido o valor do mark-up, basta multiplicar esse número pelo custo do produto. Assim, você encontra o preço de venda.


  • Arbitragem: o empreendedor aproveita a diferença de preço de um mesmo produto em dois mercados diferentes. Dessa forma, ele compra de um mercado e vende num outro com maior preço para gerar receita. Um exemplo é o mercado de commodities.

  • Licenciamento: é conceder uso de um produto/software criado de forma que o cliente possa usá-lo mediante pagamento. O preço pode ser recorrente ou pré-definido. Criadores, donos de marcas e patentes usam esse modelo para ceder o uso por tempo determinado. 


  • Comissões: é um elemento fundamental em negócios que funcionam como intermediário ou conector entre duas pontas. Assim, o empreendedor lucra com um valor percentual do total por uma prestação de serviço para dois players conectados. A receita é gerada nas vezes em que uma transação acontece entre as partes conectadas. Esse modelo de receita é chamado de modelo transacional e é aplicado em plataformas de pagamento e apps de carona. O GMV é a sigla para Gross Merchandise Value, valor gerado pela plataforma. 

A receita é o que fica para a plataforma intermediário e é calculado por:


Receita(R$) = GMV(R$) * Take-rate(%).  


  • Assinatura: a base é a geração recorrente de receita. Provavelmente, este modelo de receita é o mais usado nas startups e nos empreendimentos iniciantes. O foco está em oferecer acesso a serviços em troca de pagamentos em um período pré-determinado. Um exemplo é a Netflix.

  • Advertising: o empreendedor comercializa espaços publicitários no site dele para que grandes empresas cheguem até o usuário deste site.

  • Feer-for-service: pode ser nomeado de pay-for-use. É um modelo em que o cliente paga somente quando usar e quanto usar. Os médicos trabalham com essa estratégia.

Como fica a relação entre inclusão digital e modelos de receita?


A inclusão digital pode impactar significativamente aspectos centrais do modelo de receita!


Afinal, um blog com recurso de acesso e a possibilidade de converter textos em áudio alcança melhores resultados digitais. Nesse exemplo, o blog consegue um melhor posicionamento nos motores de busca, Google e redes sociais.


Essas boas práticas de acessibilidade que impulsionam o posicionamento conectam seu site com mais pessoas. 


Mais pessoas acessando seu site significam mais possibilidade de fechar vendas e usuários pagantes. Dessa forma, a escalabilidade aumenta com essa ampliação do número de vendas fechadas.


A lucratividade e as receitas serão incrementadas nessa mesma proporção. A inclusão digital amplia a relevância digital do seu site e interfere em muitos outros pontos.

  1. Sites mais acessíveis são mais amigáveis e acolhedores para pessoas com deficiência. Essa fatia de mercado vai se apaixonar pelo seu conteúdo virtual!

  2. Mais gente comprando é sinônimo de clientes fidelizados e marketing boca a boca. Esses mesmos casos de clientes satisfeitos oferecem insights para gerar conteúdo sobre a performance da sua solução.

  3. Maior escalabilidade e lucratividade significam receber feedbacks de clientes pagantes, o que pode alterar sua estratégia comercial. Sua solução pode receber críticas construtivas, sendo uma possibilidade de melhorar continuamente sua proposta de valor.

  4. Inclusão digital é a oportunidade de oferecer sites mais intuitivos e simples para a sua audiência. Esse é outro fator que amplia a escalabilidade e a lucratividade.

Imagina que você oferece um software para o mercado e seu modelo de receita é baseado em assinaturas, por exemplo.


Esse software precisa ser acessível!  Logo, a escalabilidade e a lucratividade não são os únicos elementos impactados pela inclusão digital. O próprio modelo de receita será influenciado. 


Incorpore a inclusão digital no seu modelo de receita!


A Perto Digital oferece um conjunto de funcionalidades para agregar inclusão digital em vários aspectos do seu negócio.


 Assim, essas ferramentas de acesso podem impulsionar a sua performance econômica, afetando positivamente seu modelo de receita. Fale com nossa equipe de vendas e consultores para conhecer mais da nossa proposta comercial.






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