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A importância da acessibilidade em cooperativas


Arte em 2D com diversas peças de quebra-cabeça com mãos segurando.

A acessibilidade desempenha um papel crucial nas empresas que adotam o modelo de cooperativismo, uma vez que essa abordagem de negócios se baseia nos princípios da solidariedade, igualdade e participação de todos os membros.


Para que o cooperativismo seja verdadeiramente eficaz e gere benefícios para todos os envolvidos, é essencial que a acessibilidade seja uma prioridade. Isso se deve ao fato de que a inclusão de todos os membros, independentemente de suas capacidades ou limitações, é fundamental para promover um ambiente cooperativo equitativo e sustentável.


O cooperativismo tem um papel relevante quando o assunto é uma economia mais solidária. Por conta disso, o sistema de corporativismo precisa estar alinhado com uma boa tecnologia e inclusão digital.


Dessa maneira, mais pessoas poderão acessar a proposta de valor cooperativista. Logo, os temas deste post serão:


- Breve explicação sobre o conceito de cooperativas e seu papel na economia;


- Destaque para os princípios da acessibilidade em cooperativas;


- Acessibilidade digital em cooperativas;


Confira:


Breve explicação sobre o conceito de cooperativas e seu papel na economia:


O termo “cooperativa” surgiu em 1844. A primeira cooperativa surgiu na cidade de Rochdale-Manchester, na Inglaterra, depois da Revolução Industrial. O principal objetivo era reunir 27 homens e uma mulher para montar um armazém próprio, já que, separadamente, essas pessoas não tinham recursos financeiros para comprar alimentos.

Com a união, eles conseguiram negociar e compravam grandes quantidades de alimento, o que reduzia o preço. Com essa estratégia, os itens adquiridos eram divididos igualmente entre os integrantes do grupo.

Esse modelo de negócio iniciou a Sociedade dos Probos de Rochdale. O capital social foi multiplicado de 28 para 152 libras num período de 4 anos.


Alguns principais objetivos do cooperativismo são:

  • atingir a justiça social;

  • prosperar economicamente;

  • garantia de sustentabilidade financeira;

  • equilíbrio entre interesses coletivos e aspirações individuais;


Naquele tempo, a definição de cooperativa era:


“Será considerada como cooperativa, seja qual for a constituição legal, toda a associação de pessoas que tenha por fim a melhoria econômica e social de seus membros pela exploração de uma empresa baseada na ajuda mínima e que observa os Princípios de Rochdale”.


O cooperativismo é regido por 7 princípios:


  • Adesão voluntária e livre: qualquer pessoa pode participar da cooperativa contanto que assuma as responsabilidades econômicas;

  • Gestão democrática: decisões feitas na cooperativa são baseadas nos votos. A máxima “um homem, um voto” resume toda a cultura democrática;

  • Participação econômica: acontecem votações para decidir o futuro das sobras econômicas;

  • Autonomia e independência: a cooperativa continua autônoma, mesmo realizando parcerias com organizações públicas e privadas;

  • Educação, formação e informação: oferta de qualificação profissional para o cooperado;

  • Intercooperação: fortalecimento do movimento cooperativista;

  • Interesse pela comunidade: ação local com impacto social e econômico sempre pensando em transformar o contexto global.


A Lei nº 5.764/71 define os ramos do cooperativismo: Agropecuário: focado em ações agropecuárias, agroindustriais, aquícolas, pesqueiras e extrativistas;

Financeiras: oferta de soluções em finanças; Trabalho, bens e serviços: entrega de serviços especializados a terceiros ou que produzem bens; Transporte: presta serviços de transporte de carga e passageiros; Saúde: promovem a saúde humana e o cuidado; Consumo: realização de compras em comum, podendo ser produtos e serviços; Infraestrutura: fornecimento de serviços essenciais como telefonia, energia e construções de moradias.

Acessibilidade em cooperativas

Por conta do foco em garantir a justiça social e econômica, cooperativas de diferentes ramos podem atrair clientes interessados em aproveitar benefícios como o fortalecimento da solidariedade e ênfase no desenvolvimento sustentável.

Por isso, a experiência da pessoa com deficiência em usufruir de uma cooperativa deve contemplar aspectos da acessibilidade como:


  1. Arquitetônica: estruturas físicas adequadas para trazer comodidade e conforto para pessoas com deficiência física e sensorial;

  2. Atitudinal: Equipes de profissionais acolhedores e que sabem lidar com clientes;

  3. Comunicacional: uso de linguagem simples em documentos, sites e no dia a dia com os consumidores;

  4. Tecnológica: sites, aplicativos e outras tecnologias que priorizam o uso simples.


Acessibilidade digital em cooperativas


As cooperativas impactam positivamente a vida das comunidades. Com o avanço da digitalização, é possível oferecer muitos serviços online para o cooperado, priorizando a qualidade e a satisfação do consumidor. Isso acaba estimulando um círculo virtuoso que combina justiça social, eficiência econômica e inclusão no universo web.


O Perto Digital oferece recursos que adequam a comunicação digital das cooperativas às necessidades das pessoas com deficiência.


A nossa tecnologia simplifica o manuseio dos sites e agrega na navegabilidade. Propostas de valor das cooperativas apresentadas pelos sites podem ser assimiladas de uma maneira mais fácil e intuitiva pelas pessoas com deficiência.


A transformação socioeconômica depende muito da acessibilidade. Por isso, venha conhecer soluções do Perto Digital e entenda como elas podem ajudar a sua cooperativa.




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